segunda-feira, 24 de abril de 2017

Qualidades Cristã

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade;”

A caminhada cristã é um relacionamento com o Deus Trino e com nosso próximo. Ter a capacidade de compreender os sentimentos e emoções daqueles que nos cercam é mostrar interesse e amor pelas pessoas. Se identificar com a dificuldade do outro é exteriorizar apreço e demonstrar cuidado agradando o nosso Deus. As circunstâncias da vida não batem à porta pedindo autorização para entrar, elas simplesmente invadem nossas vidas. Ninguém pede para sofrer!

Dessa forma apoiar nossos irmãos em momentos difíceis é mostrar ternura e empatia pelo necessitado. Por isso Paulo nesse texto de Colossenses, oferece qualidades a ser vivida na caminhada de todo cristão. Além disso, o exemplo do nosso Senhor Jesus nos mostra o quanto ele foi amoroso e gentil.

Somando a isso, o texto de colossenses ensina que o cristão deve ser misericordioso, tendo o coração sensível e uma preocupação genuína, porém, na realidade muitos irmãos não possuem essa qualidade de misericórdia (Mt 18: 21-35). Creem esses que ter misericórdia é aceitar de cabeça baixa o sofrimento do amigo. No entanto, são as Sagradas Escrituras que consolam o sofrimento (Jo 21: 15-23).

Em outras palavras ser preocupado e ter ação compassiva por aqueles que tem algum problema, seja físico, mental, emocional faz parte do pensamento cristão, visto que a misericórdia é uma dádiva do cristianismo. Não podemos ter um espírito de indiferença frente aos sofrimentos que afligem a humanidade. 

Assim o povo de Deus deve ser misericordioso, exercer a paciência ao máximo, suportando sem revidar as ofensas, mas perdoando-as. O perdão recebido de Deus foi muito maior em comparação ao que temos que conceder ao nosso próximo, dessa forma, segundo Hernandes Dias Lopes devemos perdoar porque fomos perdoados, devemos perdoar como fomos perdoados. Hernandes ainda completa afirmando que a Igreja é conhecida como a comunidade dos perdoados. Está comunidade de perdoados sabe o valor do perdão e tem o bom senso para não nutrir desafetos. A liberdade do perdão é a possibilidade de viver uma vida saudável para o perdoado e o perdoador.

Autor: Georgington Ribeiro
Edição e Revisão: Thiago Andrade

Referência 
 Lopes, Hernandes Dias, Colossenses: a Supremacia e  grandeza de Cristo, o cabeça da igreja. São Paulo: Hagnos, 2008
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Quem estava na Cruz?

“Pedro respondeu: ‘Tu és o Cristo’ [...] Então Pedro, chamando-o à parte, começou a repreendê-lo. [...] O Cristo, o Rei de Israel... Desça da cruz, para que o vejamos e creiamos!” Mc 8: 29, 32 ; 15:32

Ao percorrer o corredor da história da igreja a cruz de Cristo foi motivo de diversas discussões E os donos da pergunta, a saber, “Quem estava na cruz”, que provocou controvérsias têm endereço: os gnósticos. No entanto, meu objetivo não é tratar deles, mas meditar no cenário da cruz e enxergar ali judeus, romanos, gregos e questionar: para eles, quem estava na cruz?

O evangelho de Marcos não poupa o desentendimento dos discípulos acerca do propósito de Cristo, no qual “... a morte é o cumprimento da vida. Jesus veio para morrer.” Da mesma forma, ele não economiza nos escárnios dos personagens no relato da crucificação. Diante do ministério público e privado de Jesus, Marcos deixa evidente que “antes da ressurreição ele era o Messias na forma de servo, em uma forma que Sua dignidade como Filho de Deus estava escondida aos olhos dos homens.” 

O primeiro evangelista dilacera a visão de Rei imperial em Jesus, tornando-o um servo sofredor que ao invés de receber uma coroa dourada cintilante, recebeu uma coroa de espinhos pontiagudos. Os discípulos diante de Deus não o reconheceram (Rm 1: 20-23). Como assim? E as palavras de Pedro “Tu és o Cristo” (Mc 8: 29)? Naquela época “o Cristo”, não era considerado divino. Somente César podia ser chamado “filho de Deus”. Jesus assumindo o trono imperial seria a confirmação de que verdadeiramente ele era o “filho de Deus” e ninguém mais sofreria. 

Dessa forma, fica claro porque Pedro chama Jesus e o repreende em particular. O verso 31 deixa claro qual é a mentalidade dos discípulos em ver Jesus Rei, o Messias não pode sofrer. A palavra “repreender” (Mc 8: 32) no grego “é o mesmo verbo usado em outras passagens quando Jesus repreende demônios. Significa que Pedro condena a atitude de Jesus com a linguagem mais forte possível.” Pedro achava que sabia mais do ministério de Cristo do que o próprio Cristo. A atitude errada do discípulo ainda permanece atual, pois quantos de nós achamos que sabemos mais do que Deus, procurando respostas para as nossas aflições, esperanças, sonhos e tantas outras coisas fora das Escrituras?

Fora dos muros de Jerusalém, no Gólgota, está montado o palco para o maior espetáculo público: a crucificação do Rei dos judeus. O evangelista deixa evidente todos os grupos de pessoas na cena e nos mostra a seguinte realidade: ninguém busca a Deus. Inclusive os próprios sacerdotes, juntamente com os escribas (aqueles que deveriam “estar por dentro” do contexto messiânico), pedem um milagre: “Desça da cruz, para que o vejamos e creiamos”. No entanto, eles mentem, pois de acordo com Jo 11: 47 eles reconhecem os milagres de Jesus, mas acreditam que sua fonte é satânica (Mc 3: 22). Sendo assim, na concepção dos sacerdotes e escribas quem estava na cruz em Jesus era belzebu e, portanto, Jesus estava sem poder algum. O pecado cegou o entendimento dos sacerdotes e escribas, pois o milagre que pedem é justamente a vontade do Diabo: tirar Jesus da Cruz. Porque “se Jesus salvasse a si mesmo não poderia salvar a nós. Se Ele descesse da cruz, nós desceríamos ao inferno. Porque Ele não desceu da cruz, nós podemos subir ao céu.”, os mestres da lei não compreenderam isso. É na fragilidade de Jesus que somos salvos. 

Então o Diabo saiu vitorioso enquanto Jesus estava na cruz e na ressurreição Deus dá a cartada final e vence Satanás? Não. Segundo Franklin Ferreira esta ideia é profundamente errada. Na verdade, é na cruz que o diabo é derrotado. Na fraqueza de Deus, todos os nossos inimigos são vencidos. 

O Evangelho nos ensina que a morte foi morta pela morte de Jesus Cristo. E esta é toda a nossa esperança. Não foi pelo nascimento (de Jesus), mas pela sua morte que nós fomos reconciliados com Deus. Na Cruz houve derramamento de sangue para remissão de pecados (Hb 9: 22), na ressurreição houve justificação (Rm 4: 25) para nos relacionarmos com o Pai. 

Segundo os sacerdotes e escribas quem estava na cruz era belzebu, no entanto, este mesmo os cegou usando-os para a sua vontade: tirar Jesus da Cruz. A condição humana não compreende que o “verdadeiro perdão exige sofrimento.” Jesus deixou a intimidade que tinha na eternidade, para que pudéssemos desfrutar dela. E quantos de nós ainda temos atribuído uma obra que é Deus a satanás? Não compreender quem realmente está na cruz, é o mesmo que se igualar aos escarnecedores.


Autor: Thiago Andrade
Edição e Revisão: Thalyta Priswa


Referências:  Herman Bavinck. Teologia Sistemática. SOCEP. 2001.
 Timothy Keller. A Cruz do Rei. 2012.  
 Hernandes Dias Lopes. Marcos: O evangelho dos milagre. Hagnos. 2006. 
 Cl 2: 11-15 
 Franklin Ferreira. O credo dos Apóstolos: as doutrinas centrais da fé cristã. Fiel. 2015. (Cl 2: 11-15) 



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Experiência Cristã

Você já viu alguém sofrer? Já observou pessoas em casos de doença terminal sofrendo tanto, que você pergunta por que ela passa por determinados sofrimentos? Você já assistiu pessoas cristãs piedosas, vivendo algum tipo de sofrimento ou sofrendo de diversas maneiras? Você já perguntou qual o propósito de Deus no sofrimento dos seus filhos?

O espinho na carne de um cristão, ou seja, o sofrimento daqueles que são regenerados pelo Espírito Santo, tem como objetivo o aperfeiçoamento e o emergir do amor eletivo. O sofrer produz e conduz o servo de Deus a uma sensibilidade a dor dos que estão necessitados de consolação. Além disso, o ser humano não gosta de passar por humilhação, nem sofrimento. Agora, o fato de não gostarmos, não quer dizer que não vamos passar.

Ao contrário do que muitos pensam, o cristianismo não é uma religião que louva o sofrimento, mas louva no sofrimento. As Sagradas Escrituras exortam-nos a ter alegria, e exultarmos nas próprias tribulações. E por quê? Porque há um plano de Deus e um propósito no sofrimento de produzir perseverança, experiência e esperança. (Tg1:2,3).

Quando se fala em sofrimento ninguém sofreu mais que nosso Senhor Jesus. No jardim do Getsêmani, Jesus sofreu de forma silenciosa os nossos pecados. Nosso salvador sofreu a agonia intensa pelo pecado dos eleitos e também as ofensas desses que Ele teria que expiar. Essa agonia foi tanta que literalmente ele suou gotas de sangue. O autor Alister McGrath falando sobre o sofrimento de Cristo na crucificação menciona um famoso adágio sobre a profissão de médico: “Só o médico ferido é capaz de curar”. McGrath depois de citar esse adágio declara: “O Deus que se oferece para curar as feridas de nosso pecado já foi ferido por pecadores”. Deus sabe o que é sofrer. Por que Jesus passou por esse sofrimento todo, tendo a pior morte: a cruz? Por amor.

Sem dúvida quando amamos os nossos irmãos, ficamos mais generosos. Não apenas em palavras, mas em obras. Sendo capacitados a enfiar a mão no bolso e socorrer a pessoa que está aflita ao seu lado. Dessa forma, Deus permite o sofrimento em nossa vida para que possamos colocar os dons que Ele mesmo nos deu a serviço do povo. Então o sofrimento tem o propósito de não nos deixar viver uma vida egoísta, mas sim para glória de Deus.

Por certo, o sofrimento nos traz quebrantamento e humildade mostrando que Deus é gracioso, nos sustenta e desta forma continua a boa obra em nossas vidas. Ademais, o cristão verdadeiro não gosta de sofrer, mas crer que o sofrimento é uma oportunidade de aprendizado.

Em resumo, o cristão espiritual fica doente, fica desempregado, perde filho, perde bens materiais, morre de doenças como acontece com todos, mas Deus passa essas circunstancias com ele. Além do mais, o sofrimento não é sinônimo de que sua vida está em pecado (Jo 9: 1-12). Logo, assim como o pecado atinge o corpo, a mente, as emoções, ser afligido afeta o nosso espírito. Sofrer nos indica que precisamos da graça de Deus e nos faz testemunhar de Cristo Jesus para glória do Pai. Temos um Deus conosco em momentos difíceis de sofrimento, um Deus presente nas noites escuras da nossa caminhada cristã.

Amém
SOLI DEO GLORIA

 McGrath, Alister E. Creio: um estudo sobre as verdades essenciais da fé cristão no Credo Apostólico/ Alister  E.McGrath; tradução de James Reis- São Paulo: Vida Nova, 2013, p. 85
 Lopes, Hernandes Dias, Sofrimento e vitória/ Hernandes Dias Lopes. São Paulo: Arte Editoria 2011
Autor: Georgington de Souza Ribeiro
Revisor: Thiago Andrade
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Terrorismo, justiça e amor aos nossos inimigos

Alguém me perguntou depois de nosso culto de oração de terça-feira em relação ao ataque terrorista: “Podemos, ao mesmo tempo, orar por justiça e ainda assim amar o nosso inimigo?”. A resposta é sim.

Mas comecemos com nossa própria culpa. Os cristãos sabem que se Deus lidasse conosco apenas de acordo com a justiça, pereceríamos sob a sua condenação. Somos culpados de traição contra Deus em nosso orgulho e rebelião pecaminosos. Nós merecemos apenas a condenação. A justiça somente nos condenaria ao tormento eterno.

Mas Deus não lida conosco apenas em termos de justiça. Sem comprometer a sua justiça, ele “justifica o ímpio” (Romanos 4.5). Isso parece injusto. E seria, se não fosse pelo que Deus fez na vida e morte de Jesus Cristo. A misericórdia de Deus o fez enviar o Filho de Deus para suportar a ira de Deus, a fim de vindicar a justiça de Deus quando ele justifica os pecadores que têm fé em Jesus. Portanto, temos nossa própria vida por causa da misericórdia e da justiça (Romanos 3.25-26). A misericórdia e a justiça se encontraram na cruz.

Portanto, não somos rápidos em exigir justiça sem misericórdia. Jesus ordena: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mateus 5.44-45). E, é claro, Jesus foi o padrão disso para nós como um homem perfeito. “Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho” (Romanos 5.10). E mesmo quando Jesus morria pelos seus inimigos, orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34).

Assim, o comando enfático dos apóstolos é: “Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis… não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor. Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber” (Romanos 12.14-20). Quando vivemos dessa maneira, magnificamos a glória da misericórdia de Deus e o tesouro todo-satisfatório que ele é para as nossas almas. Mostramos que, por causa do seu supremo valor para nós, não precisamos do sentimento de vingança pessoal para nos contentarmos.

Mas esta verdade não é comprometida ao afirmarmos que Deus também deve ser glorificado como aquele que governa o mundo e delega parte da sua autoridade aos Estados civis. Portanto, alguns dos direitos de Deus como Deus são concedidos aos governos com o propósito de restringir o mal e manter a ordem social sob leis justas. Isso é o que Paulo quer dizer quando escreve: “…não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas… [Esta autoridade é] é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal” (Romanos 13.1-4).

Deus deseja que a justiça humana mantenha o controle entre os governos e entre os cidadãos e a autoridade civil. Ele não prescreve que os governos sempre virem a outra face. Não é sem motivo que o governo traz a espada. A polícia tem o direito dado por Deus de usar a força para conter o mal e para conduzir os criminosos à justiça. E os Estados legítimos têm o direito dado por Deus de restringir a agressão que ameaça a vida e de levar os criminosos à justiça. Se essas verdades fossem conhecidas, esse exercício da prerrogativa divina ordenado por Deus glorificaria a justiça daquele que misericordiosamente ordena que o dilúvio de pecado e dce miséria seja restringido na terra.

Portanto, nós magnificaremos a misericórdia de Deus, orando para que nossos inimigos sejam salvos e reconciliados com Deus. A nível pessoal, estaremos dispostos a sofrer pelo seu bem eterno, e lhes daremos comida e bebida. Vamos rejeitar o ódio malicioso e a vingança pessoal. Mas, a nível público, também magnificaremos a justiça de Deus, orando e nos esforçando pela justiça que deve ser feita na terra, se necessário por meio de uma sábia e adequada força a partir da autoridade divinamente ordenada.

Buscando magnificar TODAS as glórias de Deus,

Pastor John Piper

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Palavras bem escritas enganam mentes despercebidas

Em semana de páscoa somos surpreendidos por diversas declarações à respeito de Jesus. Pessoas que não frequentam igrejas bíblicas há anos agradecem ao Salvador por sua morte e ressurreição. Outros louvam a personalidade de Cristo, e seu impacto na história com palavras bem escolhidas. Estes ressaltam Jesus de um modo grandioso, mas não se engane, um discurso por mais que tenha resquícios de verdade deve ser rejeitado se nega ou omite pontos centrais da fé cristã.

O “filósofo”, ou melhor historiador/professor brasileiro Leandro Karnal escreveu em sua página no Facebook um texto acerca do significado da páscoa, da vida e sofrimento de Jesus. Confesso que seu texto contém aspectos da verdade. Fala sobre eventos narrados pelos Evangelhos como por exemplo “Jesus ter ficado perdido em Jerusalém”, a vida de altos e baixos de Pedro “a pedra da Igreja”, os irmãos Tiago e João e seu temperamento forte, o lindo ato de lavar os pés dos discípulos e o amor de Jesus por eles. Seu texto pode até arrepiar, tirar o folego e prender a atenção, mas faltam no mínimo três coisas essenciais para a fé Bíblica:

1- Em seu texto, Karnal de maneira nenhuma diz sobre divindade de Cristo. Seu foco é todo voltado para a humanidade do redentor. Como se bem sabe, ele se declara ateu, por isso não poderia esperar outra coisa senão a falta dessa doutrina central da fé que é apresentado nas Sagradas Escrituras( Jo 1.1-4; ). Cristo é Deus, e isso deve sempre ser declarado sobre quem Ele é.

2- Em nenhum momento ele se refere ao fato de que a morte de Jesus foi para livrar pecadores do destino infernal que os aguardava. Jesus não morreu para que tivéssemos uma boa moral, muito pelo contrário, morreu para que através de sua morte e ressurreição os pecadores tivessem vida, e vida em abundância. Jesus veio para morrer para que tivéssemos vida, visto que por nós mesmos isso é impossível.

3- Ele não diz nada sobre a ressurreição corpórea ao terceiro dia. Seu texto é todo sobre a vida de Jesus, e termina deixando ele morto em um sepulcro. Um salvador morto não vale de nada. Um homem de boa índole que está sepultado não pode nos justificar dos pecados (Rm 4.23-25). O Senhor Jesus não é alguém que nos motiva a uma vida boa. Ele nos dá uma nova vida através de sua morte e ressurreição. Se Jesus não ressuscitou vã é nossa esperança ( 1 Co 15.19).

Esses três pontos revelam a falta de verdade dentro do discurso de Leandro Karnal. Ele não é um cristão, mas seu pensamento pode influenciar mentes desatentas. Antes de compartilhar, curtir e falar sobre o que os ditos intelectuais publicam nas redes sociais, lhe convido a examinar tudo o que falam da Bíblia à luz da própria Bíblia.

Autor: Wellington Leite (Toddy)

Texto que criticado O que Jesus pensava?
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