domingo, 29 de novembro de 2015

Igreja Católica Apostólica Romana


Por Sérgio Lima
Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
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sábado, 28 de novembro de 2015

Idolatria

Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
Êxodo 20:4-6

Por Sérgio Lima
Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
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A quebra do 2° mandamento

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I. Quando lemos do ser humano sendo feito à imagem de Deus, entendemos que isso não se refere às suas faculdades físicas.

Apesar de tudo, nós compartilhamos de certas qualidades físicas com os animais, mas nenhum deles foi feito à imagem de Deus. Esta imagem se refere àquelas faculdades como a razão, entendimento, e um espírito imortal. Nossa alma é a faculdade que mais se aproxima a natureza de Deus.

II. É irracional se fazer qualquer imagem ou retrato de Deus.

A idolatria tenta fazer o impossível. A quem, pois, fareis semelhantes a Deus, ou com que o comparareis? (Isaías 40:18). Nada que seja corpóreo poderia representar de forma adequada uma substância espiritual. Somente Deus conhece perfeita e completamente a Si mesmo. Somente Ele é que pode revelar-se a si mesmo, mas não fez isso utilizando qualquer forma física. Nenhuma imagem esculpida ou pintada pode fazer justiça ao seu glorioso caráter. Qualquer tipo de representação é finita e incompleta. Por isso qualquer representação se torna uma má representação. Isso seria indigno dEle, e um verdadeiro insulto contra Ele.

Entretanto, o pecador caído é propenso a fazer uma representação de Deus. Desde o dilúvio os homens têm insistido em criar algumas imagens associadas à sua adoração religiosa. Isso é idolatria, sendo expressa e repetidamente condenada nas Santas Escrituras. Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens (Atos 17:29).

Quando utilizamos uma imagem para adoração, acabamos adorando a própria imagem ou aquilo que ela representa. O primeiro é idolatria manifesta. O último é tolice, pois faz da imagem algo totalmente desnecessário.

III. A doutrina da espiritualidade de Deus deveria governar todos os nossos conceitos a respeito dEle.

Deveríamos ficar felizes por não termos qualquer imagem ou retrato de Deus. Ele está muito acima de nós. Mas ainda assim Ele se inclina até nós a fim de nos revelar algumas coisas sobre si mesmo.

Deveríamos entender o quão vil é a idolatria. Nós negamos a espiritualidade de Deus quando atribuímos a Ele uma forma corpórea. Nós o rebaixamos ao tentar fazê-lo à nossa própria imagem e semelhança. Em nossa mente nós limitamos aquilo que é infinito. Até mesmo o quadro mais bonito acaba depreciando a Sua glória. Não demora muito para os espectadores começarem a atribuir a Deus uma natureza corrupta. Mas o fato de Deus humilhar-se a si mesmo para atingir a nossa compreensão, usando figuras de linguagem, não nos dá o direito de rebaixá-LO, pensando que Ele realmente existe daquela forma. As qualidades atribuídas a Deus são mais adequadas a nossa fraqueza do que à Sua perfeição.

IV. Considere algumas inferências sobre esta doutrina.

Se Deus é Espírito, nenhum objeto corpóreo pode defini-lo. Nenhuma impureza da carne pode entrar em contato com Ele.

Se Deus é Espírito, então Ele não se encontra atolado numa massa de tamanho e peso, mas é livre para agir, mesmo em nossas almas. Ele não se cansa por trabalhar demais. Quanto mais nos tornarmos semelhantes a Deus, mais diligentes seremos em glorificá-Lo.

Se Deus é Espírito, Ele é imortal. Morte é separação. Desde que Deus é essencialmente um Espírito não composto, então não pode haver nenhuma separação nEle. Esta verdade serve de grande conforto para os filhos de Deus.

Se Deus é Espírito, então nós podemos ter comunhão com Ele em espírito. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus (Salmos 51:17). Portanto, precisamos ser renovados no espírito da nossa mente (Efésios 4:23).

Se Deus é Espírito, somente Deus pode satisfazer o nosso espírito. Nada que seja de natureza física, pode realmente satisfazer um espírito faminto. Nós deveríamos ter um desejo ardente de Deus. Somente nEle é que encontramos descanso, contentamento, e plenitude.

Se Deus é Espírito, nós deveríamos cuidar melhor do nosso corpo e do nosso espírito. Muitas vezes nós vivemos como se a nossa constituição física fosse tudo para nós. O cristianismo faz com que o homem fique principalmente interessado em seu espírito. Se Deus é Espírito, devemos ficar em alerta, especialmente contra os pecados do espírito. Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemos-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus (2 Coríntios 7:1). Os pecados da carne são malignos, e dignos da ira eterna de Deus, mas os pecados do espírito são especialmente malignos, pois contaminam aquilo que é mais próximo entre Deus e nós. Os pecados da carne nos tornam semelhantes a bestas brutas, enquanto os pecados do espírito ao maligno. Assim como a espiritualidade é a raiz de outras perfeições e Deus (como listamos anteriormente), assim também a santidade de espírito, em nós, é a raiz de outras formas de obediência em nossa carne.
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Stephen Charnock - The Existence and Atributes of God (Cap. III - Deus é Espírito), p. 176
Tradução: Eduardo Cadete
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Patrística - Aula 5/8


Por Marcos Granconato
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terça-feira, 17 de novembro de 2015

A Soberania de Deus e o Mal [3/3]

"E se o profeta for enganado, e falar alguma coisa, eu, o SENHOR, terei enganado esse profeta; e estenderei a minha mão contra ele, e destruí-lo-ei do meio do meu povo Israel" (Ezequiel 14:9).
Eu citei apenas um versículo dos mencionados pelo questionador. A questão inteira menciona vários textos e apresenta-se da seguinte forma (o leitor é encorajado a verificar os outros textos): "I Reis 22:20-23 e os versículos que ensinam verdades similares—tais como Ezequiel 14:9, Jeremias 4:10 e 20:7, II Tessalonicenses 2:11-12—parecem indicar que Deus não simplesmente permite o mal existir, mas de alguma forma o causa. Eu creio nisso, mas também creio que Deus não pode ser o autor do pecado, visto que ele é santo e não há trevas nele (I João 1:5), e ele é muito puro até mesmo para ‘contemplar o mal’ (Habacuque 1:13). Você pode explicar como estas coisas podem ser harmonizadas?"

No último artigo sobre este assunto que é colocado pelo nosso correspondente, eu estabeleci especialmente dois pontos: 1) O termo "permissão" não parece adequado para escapar da acusação de que Deus é o autor do pecado, nem para descrever suficiente e fortemente a soberania de Deus em relação ao pecado. 2) Devemos manter a forte ênfase da Bíblia que inescapavelmente nos ensina que a soberania de Deus sobre o pecado é completa.

Mas, como o correspondente aponta, Deus nunca pode ser chamado de o autor do pecado; e nós também somos responsáveis diante de Deus pelos nossos pecados e seremos justamente punidos no inferno eterno por causa do pecado [caso não sejamos salvos]. A Escritura deixa claro que Jesus foi entregue pelo conselho e pré-conhecimento eterno de Deus, e foi também crucificado pelas mãos de ímpios. Herodes e Pôncio Pilatos, juntamente com os judeus, fizeram a Cristo o que Deus tinha determinado antes de ser feito.

Este problema certamente não é uma novidade do nosso presente tempo; ele foi discutido inúmeras vezes na história da igreja. Nem eu reivindico alguma luz original sobre o problema ou uma capacidade de entender como tanto a soberania de Deus como a responsabilidade do homem podem ser mantidas.

Mas há quatro ou cinco considerações que precisam ser feitas sobre esta questão.

A primeira é que o problema é abstrato num certo sentido. Todo homem no universo, incluindo nós, sabe que somos responsáveis diante de Deus pelos nossos pecados. Nós sabemos que, se formos punidos no inferno, seremos punidos justamente. Nós merecemos o que recebemos. Nenhum homem pode questionar isso.

Em segundo lugar, a Escritura não parece reconhecer o problema, nem ela diz algo sobre ele. Deus moveu Davi a levantar o censo de Israel. Davi clamou: "Eu pequei." Deus puniu Davi por seu pecado e a punição foi absolutamente justa.

Em terceiro lugar, o cerne da questão é este: Qual é a relação entre a vontade de Deus e a vontade do homem? Eu formulei a pergunta dessa forma porque a vontade de Deus é soberana, e tudo o que o homem faz é feito voluntariamente. O caráter voluntário das ações do homem sempre o torna responsável por elas. Deus não toma o homem pelo cabelo da nuca, por assim dizer, e o faz roubar um automóvel, enquanto o homem diz: "Eu não quero fazer isso. Eu não quero fazer isso." O homem peca voluntariamente.

Em quarto lugar, o problema é que simplesmente não podemos entender exatamente como a vontade soberana de Deus toca a nossa vontade; isto é, qual é a relação entre a vontade de Deus e a nossa vontade. Mas esta incapacidade de entender não me incomoda nenhum pouco. E ela não me incomoda simplesmente porque eu não posso entender a obra de Deus em cada uma das partes da criação. Eu não posso entender como Deus faz a grama crescer. Eu não posso entender como Deus move os planetas em suas órbitas ao redor do sol em nosso sistema solar. E, na realidade, nenhum cientista pode entender completamente estas coisas. Todos os caminhos de Deus são inescrutáveis. É estranho então que eu não posso entender a relação entre Deus em sua obra soberana e o homem?

Em quinto lugar, a soberania de Deus e a responsabilidade do homem não são contraditórias. Podemos não entender a relação, mas elas não contradizem uma a outra. Elas não contradizem uma a outra mais do que o crescimento de um arbusto de rosa contradiz o controle providencial de Deus dele. De fato, eu ouso dizer que um entendimento verdadeiro da responsabilidade do homem reside sobre a verdade da soberania absoluta de Deus.

Finalmente, estas duas verdades se harmonizam da seguinte forma: a vontade de Deus é soberanamente executada de tal forma que neste ponto onde a vontade de Deus toca a vontade do homem, a vontade do homem não é violada. Deus não contorna, coage, força, cancela ou destrói a vontade do homem. O propósito de Deus em sua vontade é realizado. O homem peca voluntária e deliberadamente. Ele é, portanto, responsável.

Você diz que não pode entender? Bem, e daí? Diga-me uma obra do grande e glorioso Deus que você entenda. Não há nenhuma. Curvemos-nos em reverência e temor diante daquele cujos caminhos são inescrutáveis.

Eu não posso me refrear de um último comentário, feito originalmente por meu pastor (quando eu era um jovem) e professor no Seminário, Herman Hoeksema. Numa palestra sobre o assunto da soberania de Deus e a responsabilidade do homem, ele disse algo mais ou menos assim: Se eu tivesse que escolher entre a soberania de Deus e a responsabilidade do homem—certamente, eu não tenho que fazer esta escolha; mas se eu tivesse que escolher entre as duas coisas, dê-me a soberania de Deus. Eu acrescento meu "sim" a isto.
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Por Prof. Herman Hanko
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Via: Covenant RPC
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A Soberania de Deus e o Mal [2/3]

"E se o profeta for enganado, e falar alguma coisa, eu, o SENHOR, terei enganado esse profeta; e estenderei a minha mão contra ele, e destruí-lo-ei do meio do meu povo Israel" (Ezequiel 14:9).
Eu citei apenas um versículo dos mencionados pelo questionador. A questão inteira menciona vários textos e apresenta-se da seguinte forma (o leitor é encorajado a verificar os outros textos): "I Reis 22:20-23 e os versículos que ensinam verdades similares—tais como Ezequiel 14:9, Jeremias 4:10 e 20:7, II Tessalonicenses 2:11-12—parecem indicar que Deus não simplesmente permite o mal existir, mas de alguma forma o causa. Eu creio nisso, mas também creio que Deus não pode ser o autor do pecado, visto que ele é santo e não há trevas nele (1João 1:5), e ele é muito puro até mesmo para ‘contemplar o mal’ (Habacuque 1:13). Você pode explicar como estas coisas podem ser harmonizadas?"

Na última edição (a qual seria bom reler), mencionei que respostas diferentes têm sido dadas por pessoas Reformadas à questão da relação entre a soberania de Deus e o pecado. Eu citei as Três Formas de Unidade e a Confissão de Westminsterpara demonstrar este ponto. Agora, devemos continuar a discussão.

Eu poderia definir a diferença dessa forma: Aqueles que falam de vontade permissiva de Deus com respeito ao pecado estão temerosos de fazer de Deus o autor do pecado—algo que os Cânones de Dort chamam de "blasfêmia." Os teólogos de Westminster, ao considerar a palavra "permissiva" inadequada para descrever a relação entre a vontade de Deus e o pecado, estavam temerosos de fazer injustiça à soberania de Deus. Ambos estão corretos em seus temores. É de fato errado sugerir ou implicar de alguma forma que Deus é o autor do pecado. E é de fato errado ensinar de alguma forma ou maneira que Deus é menos do que soberano—até mesmo em sua relação com o pecado.

A Escritura tem muitos textos que colocam a doutrina da soberania de Deus diante dos nossos olhos para que possamos negá-la. Devemos mencionar apenas alguns aqui. Esses são adicionais aos textos que o questionador sugeriu. Davi confessa que Deus mandou Simei amaldiçoar Davi (II Samuel 16:10). Deus moveu Davi a levantar o censo de Israel, embora Davi tenha sido punido por seu pecado (II Samuel 24:1). Isaías compara a relação de Deus com o ímpio como a relação de alguém que maneja um machado, que usa uma serra ou maneja uma vara (Isaías 10:15-16). O crime mais hediondo de todos os séculos, a crucificação do nosso Senhor, foi feito de acordo com o conselho determinado e pré-conhecimento de Deus (Atos 2:23, 4:27-28). Quase não há fim para passagens semelhantes a estas.

Poderíamos observar de passagem que João Calvino não estava temeroso de falar de Deus como a "causa" do pecado, embora ele insistisse que devemos distinguir cuidadosamente entre causas primárias e causas secundárias, e que Deus sempre realiza sua vontade através de causas secundárias. Eu penso que isto pode ser útil também nesta discussão. Em todo pecado, a vontade do homem sempre é uma causa secundária. Nunca o homem faz algo sem ser como um ato de sua própria vontade. Nisto reside sua responsabilidade.

Sempre me pareceu que a palavra "permissão," quando usada para descrever a relação de Deus com o pecado, não resolve realmente nenhum problema. Eu sei que o motivo para se usar a palavra é evitar qualquer impressão de fazer de Deus o autor do pecado. E isto deve estar longe das nossas mentes. Mas o ensino de que Deus "permite" o pecado realmente nos ajuda? Eu duvido. Suponha que eu esteja numa loja de ferragens olhando os martelos, e eu veja um homem perto de mim, colocando um martelo em seu casaco e saindo da loja sem pagá-lo. Eu "permiti" que ele roubasse. Eu escapo da culpabilidade do roubo por permanecer ali, sem fazer nada, quando eu estava numa posição de impedi-lo de roubar? Este não é o caso.

Assim, se Deus (e eu falo como um homem) permanece olhando os homens pecar, capaz de impedir, mas sem fazer nada para deter o pecado, mas apenas permitindo-o, isto também, aparte de qualquer outra consideração, não resolveria o problema. Eu não vejo como um apelo à vontade permissiva de Deus possa fazer algo que um apelo direto à soberania de Deus não possa.

Devemos manter a soberania absoluta de Deus sobre todas as cosias, incluindo o pecado. Este é o ensino claro da Escritura; e se podemos fazer algo que a Escritura não atribua a Deus, criamos um poder no universo fora do controle de Deus. Se tal poder existe, um poder sobre o qual Deus não tem controle, então criamos um dualismo: um dualismo de dois poderes, Deus e o pecado; um dualismo de dois seres eternos, Deus e o mal; um dualismo de dois poderes independentes, Deus e a impiedade. Tal dualismo é impossível e intolerável, pois ele é uma limitação sobre Deus que destrói Deus.

Devemos manter que Deus determinou o pecado em seu conselho eterno, que Deus controla e dirige o pecado em seu controle e direção soberano de todas as coisas, e que Deus também usa o pecado pare cumprir o seu propósito. O primeiro Paraíso é o estágio sobre o qual, sob o governo soberano de Deus, o drama do pecado e da graça é representado. A queda serve a esse propósito, o propósito da revelação de Deus em Jesus Cristo.

Aparentemente teremos que usar outro artigo para "explicar como estas coisas podem ser harmonizadas" – como o questionador tão claramente colocou.
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Por Prof. Herman Hanko
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Via: Covenant RPC
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domingo, 15 de novembro de 2015

A Soberania de Deus e o Mal [1/3]

 
"E se o profeta for enganado, e falar alguma coisa, eu, o SENHOR, terei enganado esse profeta; e estenderei a minha mão contra ele, e destruí-lo-ei do meio do meu povo Israel" (Ezequiel 14:9).
Eu citei apenas um versículo dos mencionados pelo questionador. A questão inteira menciona vários textos e apresenta-se da seguinte forma (o leitor é encorajado a verificar os outros textos):
"1Reis 22:20-23 e os versículos que ensinam verdades similares – tais como Ezequiel 14:9, Jeremias 4:10 e 20:7, II Tessalonicenses 2:11-12—parecem indicar que Deus não simplesmente permite o mal existir, mas de alguma forma o causa. Eu creio nisso, mas também creio que Deus não pode ser o autor do pecado, visto que ele é santo e não há trevas nele (1João 1:5), e ele é muito puro até mesmo para ‘contemplar o mal’ (Habacuque 1:13). Você pode explicar como estas coisas podem ser harmonizadas?"
Esta pergunta, embora crucialmente importante, é também uma pergunta que tem sido discutida na igreja por muitos séculos. Podem-se descobrir na história da igreja aqueles que têm defendido ambas as posições delineadas nos comentários do questionador. A pergunta é basicamente esta: Qual é a relação entre a soberana execução da vontade de Deus e o pecado do qual o homem é culpado?

As duas respostas que têm sido dadas à pergunta da soberania de Deus e o pecado são:

1) Deus causa o pecado, ou,
2) Deus permite o pecado.

Ambas as respostas são sugeridas na questão citada acima: "... Deus não simplesmente permite o mal existir, mas de alguma forma o causa ..."

É importante observar que estas duas respostas têm sido dadas por pessoas que são genuinamente Reformadas e Bíblicas em sua teologia, que não têm nada a ver com o erro Arminiano, e que creem de todo o seu coração que Deus é absolutamente soberano em toda a obra da salvação. Portanto, devemos ser cuidadosos para que não acusemos uns aos outros de "heresia." Este não é o caso. O que nos importuna é a palavra correta para descrever a relação entre um Deus soberano e o pecado do homem – pecado pelo qual o homem é responsável.

Enquanto os textos mencionados na pergunta tenham a ver especialmente com o pecado de engano por parte de falsos profetas—um engano que o próprio Deus alega ter realizado nestes profetas—a questão mais ampla é sobre todo pecado. O pecado é um falta do homem. O homem irá justamente para o inferno por causa do seu pecado—a menos que seu pecado tenha sido pago na cruz de Cristo. Deus é soberano. Deus permanece soberano. Deus é soberano sobre o pecado.

Que este desentendimento sobre esta questão têm estado presente nos círculos Reformados e Presbiterianos é evidente a partir do fato de que as confissões Reformadas diferem levemente sobre esta questão da Confissão de Westminster. Analisaremos brevemente esta diferença.

Embora, até onde eu sei (alguém pode me corrigir sobre isso), as confissões Reformadas não usem a palavra "permissão" para definir a relação de Deus com o pecado, todavia, estas confissões implicam que "permissão" seria um termo aceitável. Esta afirmação é provada pela definição de reprovação usada pelas confissões. Tanto os Cânones de Dordt como a Confissão de Fé Belga, ao definir reprovação, falam de Deus "deixando" o homem em seu pecado.

Os Cânones usam esta expressão em I:15, por exemplo: "Para mostrar sua justiça, decidiu deixá-los em seus próprios caminhos e debaixo do seu justo julgamento." A Confissão de Fé Belga diz (Art. 16): "... deixa os demais na queda e perdição, em que eles mesmos se lançaram." A ideia é que Deus permite o pecado entrar no mundo, e uma vez ali, ele "deixa" certas pessoas neste pecado sem resgatá-las, como ele faz com os seus eleitos.

Aqueles que prepararam os Cânones e a Confissão de Fé Belga usaram esta linguagem porque (como o nosso questionador também sugeriu) eles estavam com medo de fazer de Deus o autor do pecado. O Sínodo de Dordt afirma fortemente a doutrina da reprovação, mas define-a como um "deixar" as pessoas em pecado, e continua para dizer: "Este é o decreto da reprovação, o qual não torna Deus o autor do pecado (tal pensamento é blasfêmia!) …"

A Confissão de Westminster, por outro lado, diz que a palavra "permissão" é inadequada: "A onipotência, a sabedoria inescrutável e a infinita bondade de Deus, de tal maneira se manifestam na sua providência, que esta se estende até a primeira queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens, e isto não por uma mera permissão, mas por uma permissão tal que, para os seus próprios e santos desígnios, sábia e poderosamente os limita, e regula e governa ..." (V, 4). Os teólogos de Westminster eram da convicção que a palavra "permissão" não era satisfatória para descrever a relação de Deus com o pecado; não porque a palavra "permissão" fosse herética, mas porque ela é muito fraca.

Mas nosso espaço já foi preenchido, e teremos que esperar para completar esta discussão até a próxima edição do "Boletim."
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Por Prof. Herman Hanko
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Via: Covenant RPC
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Deus nos deu um Texto - [10/10]


Por Dr. Daniel Wallace
Na "Semana Magna" da Escola Teológica Charles Spurgeon 03 a 07 Agosto de 2015.
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Exposição na Carta aos Efésios

Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.
Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.
Não deis lugar ao diabo.
Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.
Efésios 4:25-29

Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
Culto Noturno
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sábado, 14 de novembro de 2015

O mundanismo ainda é pecado?

Em nossos dias, o mundanismo raramente é mencionado e, menos ainda, identificado como aquilo que ele realmente é. A própria palavra começa a soar como algo antiquado. Mundanismo é o pecado de permitir que os apetites, as ambições ou a conduta de alguém sejam moldados de acordo com os valores do mundo. "Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; mas aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente" (1 João 2.16,17).

Apesar disto, nos dias de hoje, presenciamos extraordinário espetáculo de programas de Igreja elaborados explicitamente com o objetivo de satisfazer os desejos carnais, os apetites sensuais e o orgulho humano. "A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida". E, para satisfazerem este apelo mundano, as atividades das Igrejas vão além do que além do que é meramente frívolo. Durante vários anos, um colega meu vem formando o que ele chamou de "arquivo de horror", recortes falando de Igrejas que estão lançando mão de inovações, a fim de evitar que seus cultos de adoração se tornem monótonos. Nos últimos cinco anos, algumas das maiores Igrejas dos Estados Unidos têm se utilizado de recursos mundanos, tais como comédias "pastelão", peças cômicas entremeadas de música, exibições de luta livre e até mesmo exibições de strip-tease, para tornar um pouco mais atrativas suas reuniões dominicais. Nem um tipo de grosseria, ao que tudo indica, é ultrajante o suficiente para não ser trazida para dentro do santuário. O entretenimento está rapidamente se tornando a liturgia da Igreja pragmática.

Além do mais, muitos na Igreja creem que essa é a única forma pela qual haveremos de alcançar o mundo. Por isso, dizem-nos que, se as multidões de pessoas que não frequentam as Igrejas não querem ouvir pregações bíblicas, devemos dar-lhes aquilo que desejam. Centenas de Igrejas têm seguido à risca essa teoria, chegando a pesquisar os incrédulos afim de saber o que é preciso para que estes passem a frequentá-las.

Sutilmente, em vez de uma vida transformada, é a aceitação por parte do mundo e a quantidade de pessoas presentes aos cultos o que vem se tornando o alvo maior da Igreja contemporânea. Pregar a palavra e confrontar ousadamente o pecado são visto como coisas antiquadas, meios ineficazes de alcançar o mundo. Afinal de contas, não são estas coisas que afastam as pessoas? Por que não atraí-las, oferecendo-lhes o que desejam, criando um ambiente confortável e amigável, nutrindo-lhes os desejos que constituem os seus impulsos mais fortes? É como, se de alguma forma, conseguíssemos que elas aceitassem a Cristo, tornando-o de algum modo, mais agradável ou tornando a mensagem dele menos ofensiva.

Essa maneira de pensar distorce por completo a missão da Igreja.

A grande comissão não é um manifesto de marketing. O evangelismo não requer vendedores, e, sim, profetas. É a palavra de Deus e não qualquer sedução mundana, que planta a semente que produz o novo nascimento (1 Pedro 1.23). Nada ganharemos, senão o desprezar de Deus, se procurarmos remover o escândalo da cruz (Gálatas 5.11).
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Autor: John Fullerton MacArthur Jr. 
Fonte: Com vergonha do Evangelho. Compre este livro aqui: Editora Fiel.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Confrontar é falta de amor?

Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.

É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. A sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.

Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.

Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.

Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “... com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio:
  • “andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância...” (1Co 5.2,6).
Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.

Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor”. Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. "Verdade" nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:
  • “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).
  • “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).
  • “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).
  • “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).
  • “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).
  • “... muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo... Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus... Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).
Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?

O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.

Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.
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Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes
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Sobre conhecer Jesus

Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim" (João 14:6).
Por essas palavras Jesus não nos conduz simplesmente a alguma filosofia ou sabedoria humana, mas para a Sua própria pessoa. Ele nos ensina aqui que é o Salvador, o único Salvador, o único caminho pelo qual o homem pode chegar a Deus. Essa confissão reside no coração da fé cristã. A fé cristã descansa numa crença salvadora na pessoa de Jesus Cristo como Salvador e Senhor. A fé cristã descansa nEle somente e nada mais. Não existem muitas formas para ser salvo, mas um caminho e apenas uma forma. Ele é exclusivo. Em harmonia com essa verdade o apóstolo Pedro testificou: "Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:12).

Jesus disse, "… se vocês não crerem que Eu Sou, de fato morrerão em seus pecados" (João 8:24). A questão é de vida ou morte eterna. Morrer em seus pecados é perecer eternamente debaixo da ira justa de Deus pelo pecado. O homem está perante Deus como um pecador, com uma dívida do pecado e da culpa que precisa ser quitada. A justiça de Deus requer que o culpado seja punido.

Jesus veio exatamente com esse propósito, "… porque ele salvará o seu povo dos seus pecados" (Mateus 1:21). Ele faz isso assumindo a dívida do pecado e da culpa do Seu povo, fazendo-se punição pelos seus pecados, sacrificando a Sua vida no lugar do seu povo. Ele anunciou isso na Última Ceia, quando tomou o último cálice como uma representação do Seu sacrifício e do Seu sangue e disse, "Isto é o meu sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados" (Mateus 26:28). Como o bom pastor do Seu povo, Ele diz, "… dou a minha vida pelas ovelhas" (João 10:15). Somente pela fé nele é que nós temos probidade perante Deus e a vida eterna. Essa é a bênção encontrada nele: "… para que todo o que nele crer tenha a vida eterna" (João 3:15). Tal é o caso que o conhecimento de Deus em Cristo, e a comunhão espiritual que flui dele, é a vida eterna. "Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3).

Esse conhecimento pessoal de Jesus Cristo é também o fundamento de todo conhecimento da verdade. Jesus não disse apenas "Eu sou o caminho," mas também Eu sou "… a verdade e a vida" (João 14:6). Sem esse conhecimento o homem está nas trevas do pecado e da morte. Sem ele, nós não temos vida autêntica, pois de acordo com as Escrituras, vida é a comunhão com Deus. Jesus diz, "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida" (João 8:12).

Jesus disse, "Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida …" (João 5:24). Confiança em Jesus Cristo não é uma decisão emocional ou um encontro místico. Não é uma "experiência com Jesus" sem conteúdo. Antes, é uma confiança pessoal bem fundamentada nEle, que descansa sobre o conhecimento e o entendimento da Sua Palavra. Em Jesus Cristo pode-se encontrar a fonte de toda verdade: a verdade de Deus, da salvação na retidão, da misericórdia e da graça, e da vida eterna. Portanto Jesus disse, "… As palavras que eu lhes digo não são apenas minhas. Ao contrário, o Pai, que vive em mim, está realizando a sua obra" (João 14:10). Não era a Sua, mas a Palavra de Deus. Portanto, Jesus testifica acerca da Palavra que pregou que se trata da Palavra de Deus. Ele diz ao Pai, "Dei-lhes a tua palavra" (João 17:14).

Ele fala do mesmo modo a respeito da Bíblia, e diz, "a tua palavra é a verdade" (João 17:17), pois pela Bíblia nós conhecemos Deus em Cristo. A fé cristã tem conteúdo. Você não conhece Jesus sem conhecer a sua Palavra. O real propósito da pregação do evangelho é condicionado por esse fato. Jesus disse, "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações" (Mateus 28:19). A verdade do evangelho deve ser ensinada. Jesus disse também, com respeito ao conteúdo dessa pregação, "… ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei" (Mateus 28:20). Há uma doutrina, um ensino registrado nas Escrituras. É a doutrina de Jesus. É a Palavra de Deus. Aquele que professa Cristo precisa conhecê-la! Jesus disse, "Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda" (Mateus 7:24-28). Sobre o que você está construindo? Você sabe o que a Palavra de Deus realmente ensina? Podemos colocar isso de modo mais simples: Você sabe o que Jesus disse e ensinou, e assim, O conhece?
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Por Thomas Miersma
Tradução: Marcelo Herberts
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Deus nos deu um Texto - [09/10]


Por Dr. Daniel Wallace
Na "Semana Magna" da Escola Teológica Charles Spurgeon 03 a 07 Agosto de 2015.
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Patrística - Aula 4/8


Por Marcos Granconato
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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como Não Cometer Idolatria ao Dar Graças

Jonathan Edwards e a verdadeira ação de graças

Jonathan Edwards tem uma palavra para o nosso tempo, que dificilmente seria mais penetrante se ele estivesse vivo hoje. Tem a ver com o fundamento da gratidão.
A verdadeira gratidão ou agradecimento a Deus, por sua bondade para conosco, surge de um fundamento lançado antes: amar a Deus pelo que Ele é em si mesmo; enquanto a gratidão natural não tem tal fundamento antecedente. As comoções graciosas de afeição grata para com Deus, pela bondade recebida, sempre procedem de um estoque de amor já presente no coração, estabelecido em primeiro lugar sobre outro fundamento, a saber, a própria excelência de Deus.¹
Em outras palavras, a gratidão que agrada a Deus não é, em primeiro plano, um deleite nos benefícios dados por Deus (embora isso faça parte dela). A verdadeira gratidão deve estar enraizada em algo que vem antes, isto é, um deleite na beleza e na excelência do caráter de Deus. Se isto não for o fundamento de nossa gratidão, então não está acima do que o “homem natural” – sem o Espírito e a nova natureza em Cristo – experimenta. Nesse caso, a “gratidão” a Deus não Lhe é mais agradável do que todas as outras emoções que os incrédulos têm sem deleitarem-se nele.

Você não seria honrado se eu lhe agradecesse freqüentemente pelos seus dons para comigo, mas não tivesse consideração espontânea e profunda por você como pessoa. Você se sentiria insultado, não importando o quanto eu lhe agradecesse por seus dons. Se o seu caráter e personalidade não me atraíssem, nem me dessem alegria de estar na sua presença, você se sentiria usado, como uma ferramenta ou uma máquina para produzir as coisas que eu realmente amo.

O mesmo acontece com Deus. Se não somos atraídos por Sua personalidade e caráter, todas as nossas declarações de gratidão são como a gratidão de uma esposa ao marido pelo dinheiro que ela recebe dele para usar em seu relacionamento com outro homem. Esta é exatamente a figura apresentada em Tiago 4:3-4. Tiago critica os motivos da oração que trata a Deus como um marido de adúltera: “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”. Por que ele chama essas pessoas que oravam de adúlteras? Porque, embora estivessem orando, estavam abandonando seu marido (Deus) e indo atrás de um amante (o mundo). E para piorar as coisas, estavam pedindo a seu marido (em oração) que financiasse o adultério.

Surpreendentemente, esta mesma dinâmica espiritual deficiente é verdadeira, às vezes, quando as pessoas agradecem a Deus por ter mandado Cristo para morrer por elas. Talvez você já tenha ouvido alguém dizer o quanto devemos ser gratos pela morte de Cristo, porque ela nos mostra o grande valor que Deus nos deu. Qual é o fundamento desta gratidão?

Jonathan Edwards chama isso de gratidão de hipócritas. Por quê? Porque,
primeiro eles se regozijam e se elevam com o fato de que são muito estimados por Deus; e então, sobre esse fundamento, Deus lhes parece de certa forma amável… Eles se alegram no mais alto grau em ouvir o quanto Deus e Cristo os estima. Portanto, o gozo deles é na verdade um gozo em si mesmos, e não em Deus.²
É chocante descobrir que uma das descrições mais comuns, hoje, sobre como responder à cruz, pode ser uma descrição de amor natural por si mesmo, sem qualquer valor espiritual.

Faremos bem em dar ouvidos a Jonathan Edwards. Ele não estava apenas nos explicando a verdade bíblica de que devemos fazer todas as coisas, incluindo dar graças, para a glória da Deus (Coríntios 10:31)? E Deus não é glorificado se o fundamento da nossa gratidão é o valor do dom, e não a excelência do Doador. Se a gratidão não está enraizada na beleza de Deus antes do dom, ela provavelmente é uma idolatria disfarçada. Que Deus nos conceda um coração que se deleite nele por aquilo que Ele é, para que toda a nossa gratidão por seus dons seja o eco da alegria na excelência do Doador!
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¹ Jonathan Edwards, Religious Affections, The Works of Jonathan Edwards, Vol. 2, New Haven: Yale University Press, 1959, orig. 1746, p.247.
² Jonathan Edwards, Religious Affections, pp. 250-251

Por John Piper
By John Piper. ©2015 Desiring God Foundation. Website: desiringGod.org 
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sábado, 7 de novembro de 2015

A Perseverança dos Santos - Quem os condenará?


Jardim da Luz - Rua do Petróleo nº 20 - Campo Grande - Rio de Janeiro - RJ.
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Líder islâmico afirma que Israel está “ofendendo 1,5 bilhão de muçulmanos”

Mufti prega que Mesquita de Jerusalém foi construída por anjos nos tempos de Adão

Duas declarações de líderes islâmicos chocaram Israel esta semana.

Primeiramente, o grão-mufti de Jerusalém, o clérigo muçulmano responsável pela Mesquita de Al-Aqsa, que fica no alto do Monte do Templo, afirmou que o local abriga uma mesquita “desde a criação do mundo”.

O sheik Muhammad Ahmad Hussein disse em uma entrevista à TV que nunca houve um templo judaico no alto do monte Moriá. Segundo ele, o local, considerado o terceiro lugar mais sagrado no Islã, abriga uma mesquita desde os tempos de Adão e que a mesma foi construída por anjos.

Ignorando os relatos do Antigo Testamento, que precedem em mais de dois milênios o Alcorão, e achados da arqueologia, despreza o registo histórico de que ela na verdade foi erguida no século oitavo, a mando do Califa Abd el-Melek.

A própria tradição islâmica o desmente, pois no século 10 o historiador muçulmano Muhammad ibn Aḥmad Shams al-Din al-Muqaddasi escreveu sobre Jerusalém, dizendo “aqui estão as maravilhas de Salomão e suas cidades”. Um guia publicado pela Waqf muçulmana em 1924 reconhece que ali estiveram em outros tempos, dois templos judaicos.

Hussein foi nomeado pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Ele coleciona declarações polêmicas, tendo recentemente apoiado atentados suicidas contra israelenses.

A disputa pelo direito de judeus subirem para orar em seu local sagrado existe desde a retomada de Jerusalém pelo governo de Israel durante a guerra de 1967. O local, que na época pertencia à Jordânia, por causa de um acordo, permanece sob domínio islâmico desde então.

Ameaça externa

Esta semana, o ministro de Relações Exteriores do Catar, Khalid Al Attiyah, fez uma ameaça velada a Israel. Disse à rede Al Jazeera que o estado judeu “ofende os 1,5 bilhão de muçulmanos do mundo” em suas ações no Monte do Templo.

Al-Attiya acusa Israel de “intransigência” na maneira como lida com os palestinos. Advertiu que a situação atual configura uma “terceira intifada” que poderá se tornar “a pior intifada”. Conhecido por seu apoio financeiro ao grupo terrorista palestino Hamas, o Catar insiste que não há solução de paz enquanto houver “ocupação israelense de terras palestinas”.

Essas afirmações apenas aumentam a tensão, pois ocorrem simultaneamente, vindo de fontes internas e externas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem afirmado que combaterá duramente a chamada “intifada das facas”.

Nas últimas semanas, são diários os casos de atentados e mortes em diferentes partes do país. Já morreram mais de 50 palestinos (sendo a metade terroristas) e nove israelenses. Mais de mil pessoas ficaram feridas durante os incessantes protestos contra o exército israelense na Cisjordânia e em Jerusalém.

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Por Jarbas Aragão
Fonte: Gospel Prime
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No Nepal, nova Constituição alega que atividades cristãs são ilegais

"Atos evangelísticos serão punidos por lei"

As tensões aumentam fortemente no Nepal, enquanto os grupos radicais hinduístas declaram a proibição de missionários cristãos no país, de acordo com informações do Christian Post. A nova Constituição já foi inaugurada, depois de sete anos de discussões parlamentares.

Um dos analistas da Portas Abertas comenta:
"Enquanto há protestos contra a nova Constituição, as atividades cristãs correm o risco de tornarem-se todas ilegais. Além disso, existe um acordo entre o Nepal e a Índia que estabelece que ambos devem se tornar um Estado hindu. Se os países seguirem à risca, as emendas propostas podem tornar qualquer ato religioso como evangelístico, o que é punível por lei".
O simples fato de tentar converter alguém ao cristianismo já é considerado pelas autoridades como um motivo de punição, já que a nação é composta de aproximadamente 80% de hindus. Até mesmo a promoção de eventos para ajudar os necessitados foi incluída como um ato de rebeldia contra o governo.

A comunidade cristã se preocupa com o futuro, já que encontram na Constituição um caminho para a cláusula de "anti-conversão". Se isto acontecer mesmo, o código penal vai permitir sentenças de prisão e multas pesadas para os ofensores.
"Seguidores do cristianismo já sofrem há décadas com as desigualdades e a perseguição religiosa. Eles esperavam que a nova Constituição, que foi criada pela democracia laica, garantisse seus direitos e sua liberdade, mas parece que isto não vai acontecer tão cedo", conclui o analista.
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Ezequiel 18:31,32

“Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e fazei-vos um coração novo e um espírito novo; pois, por que razão morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte do que morre, diz o Senhor DEUS; convertei-vos, pois, e vivei” (Ezequiel 18:31,32)
Esta passagem da Escritura é freqüentemente usada pelos [1] patronos do livre-arbítrio, e oponentes da graça de Deus; na qual eles imaginam que o poder do homem na conversão é fortemente afirmado, e a doutrina da reprovação suficientemente refutada; mas se elas são, ou não, seremos mais capazes de julgar quando as seguintes coisas forem consideradas:

1. Que a exortação para lançar fora as transgressões deles, considera ou os seus próprios pecados, que eles tinham cometido, e mostra que eles eram não somente inúteis, mas perniciosos, e assim odiosos e abomináveis, como tais coisas são isto e são próprias para serem lançadas fora; ou também o castigo devido aos seus pecados, que eles poderiam ter removido e lançado fora pelo seu arrependimento e reforma, e é o sentido que Kimchi dá às palavras; ou antes, aquelas coisas, particularmente seus ídolos, pelo quais então transgrediram. Agora, que seja observado que esta frase de lançar fora as transgressões não é usada em nenhum outro lugar, ela é peculiar a Ezequiel, e assim pode ser mais bem interpretada por Ezequiel 20:7,8. “Cada um lance de si as abominações dos seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito, etc.” Estes ídolos eram as abominações de seus olhos, eram a causa das suas transgressões, ou pela qual eles tinham transgredido, que suas próprias mãos tinham feito para eles, para pecar (Isaías 31:7), e o que eles tinham poder ou eram capazes de lançar deles; e de forma alguma milita contra a necessidade de uma operação não frustrada na conversão.

2. A outra exortação, para que eles façam um coração novo e um espírito novo, admitindo que isto designa um coração e espírito renovado e regenerado, no qual estão os novos princípios de luz, vida, amor, graça e santidade, não prova que está no poder de um homem não regenerado fazer por si mesmo tal coração e espírito; visto que dos mandamentos de Deus para o poder do homem, non valet consequentia, não é argumento: Deus ordena que os homens guardem toda a lei perfeitamente; isto não significa, portanto, que eles podem fazê-lo; seus preceitos mostram o que o homem deve fazer, não o que eles podem fazer. Uma exortação como esta, para fazer um novo coração, pode ser designada para convencer os homens de sua necessidade de um, e da importância disto, que sem isto não há salvação; e assim são os meios, através da graça eficaz de Deus, de Seus eleitos desfrutarem esta benção; porque o que Ele aqui exorta, Ele prometeu absolutamente no novo concerto (Ezequiel 36:26); “E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo”. Contudo, deve ser observado que estas palavras não são ditas a pessoas não convertidas, mas à casa de Israel, cada um deles; que não pode ser pensado, especialmente todos deles, ter estado naquele momento num estado não regenerado; e, portanto, não deve ser entendido como sendo a primeira obra de renovação, mas de algumas renovações posteriores, que eram para aparecer em sua conversação exterior; e assim, as palavras têm o mesmo sentido daquelas do apóstolo Paulo aos crentes de Éfeso (Efésios 4:23,24). “E vos renoveis no espírito da vossa mente; E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade”. Além do mais, por um novo coração, e um espírito novo, pode ser entendido, como o Targum de Jonathan Bem Uziel o faz, aljd hwrw lytd bl, um coração temeroso, e um espírito de temor, isto é, um coração e um espírito para temer, servir e adorar ao Senhor, e não aos ídolos. E é observável que onde quer que um novo coração e um novo espírito sejam mencionados, eles permanecem em oposição aos ídolos, e ao serviço deles; de forma que a exortação equivale a não mais do que isto, que eles deveriam render uma obediência reverencial de coração ao Deus vivo, e não aos ídolos mudos. Além disso, o que é aqui chamado um novo coração, é, em Ezequiel 11:9, chamado um coração, isto é, um coração simples, em oposição ao coração dobre ou hipócrita; e assim, pode designar a sinceridade e honestidade em seu arrependimento e reforma exterior nacional, que eles são aqui pressionados a fazer.

3. A expostulação, “Por que razão morreríeis?” não é feita com todos os homens; nem pode ser provada que tenha sido feita com alguém que eventualmente não foi salvo, mas com a casa de Israel, que são chamados os filhos e o povo de Deus; e, portanto, não pode desaprovar qualquer ato de preterição passando sobre os outros, nem pode ser um impedimento da verdade e da sinceridade de Deus. Além disso, a morte expostulada aqui, não é uma eterna, mas uma temporal, ou que diz respeito aos assuntos temporais, às condições civis e às circunstâncias da vida; veja Ezequiel 33:24-29. Portanto,

4. A afirmação, "Eu não tenho prazer na morte do que morre", que é algumas vezes introduzida com um juramento, (Ezequiel 33:11) “Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio”, de modo algum milita contra um ato de preterição; pelo qual alguns são deixados justamente por Deus a perecer em e por suas iniqüidades; ou o decreto da reprovação, pelo qual alguns, devido a suas transgressões, são apontados, ou pré-ordenados à condenação e à morte; e, portanto, todos os argumentos [2] usados para desaprovar estas coisas, fundamentados nesta passagem da Escritura, são vãos e impertinentes; porque uma morte de aflições é aqui pretendida, como já foi observado, debaixo da qual a casa de Israel gemia e se queixava; embora isto se devesse totalmente a eles, e os quais não eram gratos a Deus, e nos quais Ele não tinha prazer: que deve ser entendido, não simples e absolutamente, e com respeito a todas pessoas afligidas por Ele; porque Ele se deleita no exercício do julgamento e da justiça, bem como em mostrar misericórdia, e se ri da calamidade dos ímpios, e zomba quando o temor deles chega; (Jeremias 9:24; Provérbios 1:26), mas isto é para ser tomado comparativamente; como quando Ele diz (Oséias 5:6) "misericórdia quero, e não sacrifício"; isto é, Eu me deleito antes na misericórdia, do que no sacrifício; assim aqui, "Eu não tenho prazer na morte do que morre": em suas aflições, calamidades, cativeiro e coisas semelhantes; mas antes, que ele se volte dos seus caminhos, se arrependa e se reforme, e viva em sua própria terra; que mostra a misericórdia e a compaixão de Deus (Lamentações 3:33), que não aflige nem entristece de bom grado aos filhos dos homens. Por conseguinte, Ele renova Sua exortação: “Convertei-vos, pois, e vivei”. A soma de tudo isto é, vocês não têm razão para dizer, como no verso 2, “Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram?”; ou como no verso 25, que “O caminho do Senhor não é direito”; visto que não é pelos pecados de vossos pais, mas pelos seus, que as presentes calamidades, das quais vocês se queixam, repousam sobre vocês; de minha parte, Eu não tenho prazer em vossa morte, em vosso cativeiro; seria mais agradável a mim, que vocês de convertessem de seus maus caminhos, ao Senhor teu Deus, e andassem de acordo com as leis que Eu vos dei para observar, e assim vivessem em vossa própria terra, na quieta possessão de todas as vossas mercadorias e propriedades. Mas o que isto tem a ver com os assuntos da vida eterna, ou da morte eterna?
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NOTAS FINAIS:
[1] Remontr. in Coll. Hag. art. 3. 4. p. 216; Act. Synod. p. 78, etc.; Curcell. 1. 5, c. 6, sect. 1. p. 363; et. 1. 6, c. 14, sect 8, p. 408; Limborch. 1. 4, c. 5, sect. 2, p. 331, &, 31. p. 374 .
[2] Veja Whitby, pp. 3, 33, 160, 196, 197; ed. 2.3, 32, 156,192, 193.

FONTE: Extraído e traduzido de The Cause of God and Truth [A Causa de Deus e a Verdade], Parte 1, Seção 21 – Ezequiel 18:31-32.

Por Dr. John Gill
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
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