quinta-feira, 25 de maio de 2017

Deus foi o primeiro Blogueiro. As “mídias sociais” de Deus são melhores para nós agora do que o Face a Face.

Eu quero começar dizendo: Todos os cristãos devem amar e se regozijar no dom da comunicação escrita, das mídias sociais e tecnologia.

É necessário ser dito que os cristãos precisam parar de reclamar e resmungar sobre Internet, Facebook, Twitter, redes sociais etc. Isto é o mesmo que cristãos se queixando de livros, jornais, revistas... em outro tempo – Ou seja, as coisas que as pessoas escrevem ou dizem! “Eu não suporto!” “Ler não é bom para mim!” “Estou desistindo dos livros, jornais, revistas...”

Todos os lamentos e queixas, e todas as piedosas tentativas de parecer santo fazendo isso, é realmente simplesmente reclamar sobre as pessoas e tentar parecer santo assim. “Eles não dizem as coisas certas. Eles dizem coisas que não devem. Eles escrevem coisas que não deveriam. Eles gostam de coisas que não deveriam. Eles compartilham coisas que não deveriam. Eles leem coisas que não deveriam.” Eu perdi alguma coisa? Essa não foi sempre a história humana?

Mas Jesus viu as multidões e teve compaixão delas, como ovelhas sem pastor. Eu acho que Jesus teria a mesma reação ao Facebook, Instagram, Twitter, etc. Agora, é claro, Jesus às vezes deixava as multidões para descansar, orar, ensinar Seus discípulos...

Então, claro, meu ponto é não deixar a (internet) multidões invadir e conduzir sua vida inteira. Você tem deveres para com Deus, seu marido, sua esposa, seus filhos, sua igreja, seu chefe, seus professores, seus pais, seus amigos, vizinhos... Você não deve negligenciar esses deveres. Mas às vezes, quando a mãe e os irmãos de Jesus apareciam fora de uma casa lotada onde Jesus estava ensinando a falando com a multidão, Ele não largou tudo e saiu correndo para ver sua família imediatamente. Às vezes, amor cristão e paciência demora um pouco mais nos comentários de um post no Facebook...

Enquanto usamos a palavra virtual para descrever muito do que acontece on-line, simplesmente não é o caso de que as pessoas escrevendo, comentando, gostando e compartilhando sejam falsas ou irreais ( “virtuais” - Ok, alguns são perfis falsos ). Na maioria das vezes, eles são pessoas reais como você e eu, com amores e dores, esperanças e confusões, e pecado e sabedoria, tudo junto em diferentes combinações. Eles são pessoas reais, e, portanto, a internet é uma extensão da comunidade real. Observe que eu disse extensão e não substituição. Você não pode “ir à igreja” na internet, e isso é porque a igreja exige fisicalidade ( a não ser por um impedimento que não pode ser contornado).

Agora é absolutamente verdade que aprender a se comunicar com palavras escritas e imagens... É um pouco diferente do que falar com outra pessoa cara a cara na mesma sala. Mas nós realmente não devemos exagerar esta diferença. Deus inventou a palavra escrita. Foi ideia dele, não nossa. A palavra escrita não é um subproduto infeliz do consumismo humanista. Adão pode ter descoberto palavras escritas pouco depois da criação; Ou talvez no tempo de Noé, o povo de Deus estava escrevendo as histórias da fidelidade da aliança de Deus. Mas certamente no tempo de Moisés, o próprio Deus estabeleceu um precedente de comunicação escrita como bom, santo e suficiente. O próprio dedo de Deus escreveu as primeiras palavras na Bíblia nas tábuas de Pedra. Ele fez isto quando Ele escreveu os Dez Mandamentos em tábuas de pedra com Seu próprio dedo e os enviou para baixo da montanha (duas vezes!).

Em outras palavras, Deus foi o primeiro a enviar um e-mail. Deus foi quem fez a primeira postagem de blog. Deus foi o primeiro a enviar um tweet. Foi idéia dele. Ele disse que era bom. Ele escreveu palavras que poderiam viajar ao redor do mundo, que seriam lidas e ouvidas por pessoas diferentes em momentos diferentes em lugares diferentes. Ele escreveu palavras que Ele intencionalmente determinou que não seriam entregues cara a cara. E Ele insiste que elas são suficientes, boas e santas. De fato, enquanto certamente desejamos ver Jesus face a face, Ele disse que era melhor para nós Ele ir e enviar o Espírito. Neste momento, Deus determinou, é melhor para nós não vermos Jesus face a face, é melhor nós ouvirmos e lermos Suas palavras escritas na Bíblia. Nesse sentido e por enquanto, as mídias sociais de Deus são melhores para nós. De fato, não só isso, mas Deus insistiu que Seu povo o imite nisto. Na lei de Moisés, Deus começou a exigir que todas as coisas mais importantes fossem escritas. Os pontos de referência e os limites devem ser escritos e anotados. Deus exigiu que Moisés expandisse e explicasse as leis de Deus no Livro da Aliança, que incluía ou era combinado com o Pentateuco inteiro. Este padrão continuou com os profetas que foram instruídos a escrever suas profecias, a enviá-las como cartas, a entregá-las aos reis, a serem preservadas e lembradas por gerações. A nação foi obrigada a escrever as palavras de Deus nas portas de sua casa e nas portas de suas cidades. Paulo e os outros apóstolos estabeleceram o mesmo padrão de como levara o evangelho até os confins da terra e continuaram a transmiti-lo a nós hoje por meio de suas palavras escritas. Pastores e professores devem abraçar este chamado para serem homens da Palavra escrita e homens de palavras escritas. Todos os cristãos devem amar e se regozijar no dom da comunicação escrita e das mídias sociais.

A diferença primária e fundamental da mídia social moderna é a velocidade . O negócio real de escrever palavras e as pessoas em outro lugar e em outro momento lê-los não é nada novo. Foi assim que os sermões de Spurgeon, por exemplo, tomaram o mundo. Arqueólogos, historiadores... recorrem a isso o tempo todo. O trabalho da exegese e da interpretação não é nada novo. A diferença é a velocidade, e com a velocidade vem o volume. Podemos escrever e publicar mais palavras por minuto do que nunca e, portanto, temos acesso a muitas mais palavras por minuto do que nunca. E com esta oportunidade (e bênção!) Vem perigos e tentações. Na multidão de palavras, o pecado está sempre presente. Mas observe que o pecado pode estar em qualquer extremidade nesta vida. Podemos pecar em escrita precipitada, mas também podemos pecar em leitura precipitada, interpretação... e conversa cara a cara com alguém.

Uma regra simples é tratar suas interações com as pessoas reais nas mídias sociais como interações humanas reais. Se você não diria isso na cara de alguém, então certamente não deve escrevê-lo também. Se você mudar isso para o telefone, ou tomar um café junto, ainda seria verdade. Mas por outro lado, lembre-se que nosso trabalho não é ficar junto com todos e sermos agradáveis o tempo todo. Nenhuma dessas coisas são em si mesmas o fruto do Espírito. O amor é paciente, mas o amor também confronta. O amor cobre uma multidão de pecados, e o amor diz a verdade. Às vezes, trabalhar a coragem de dizer o que precisa ser dito pode começar com colocar isso por escrito. Escrever ajuda pensar com cuidado suas palavras, dizer o melhor que você pode.

De forma geral, os cristãos estão muito preocupados em não ofender ninguém e não serem mal interpretados do que eles são sobre honrar a Cristo. Os cristãos temem os homens muito mais do que temem a Deus. Então, lembre-se, Jesus está sentado lá com você enquanto você está olhando para o seu telefone, teclando no Facebook, quando se prepara para enviar esse e-mail, ou tweet, essa mensagem privada...

E a coisa a perceber é que muitas vezes Ele enfrentaria muito mais o pecado do que nós temos feito, Ele estaria em muito mais polêmicas na internet do que meu estômago suportaria, Ele teria muitos mais inimigos do que nós... simplesmente porque Ele, que é a Verdade, ama a verdade muito mais do que nós. Falada, escrita... em livros, revistas, Facebook, Twitter, Blogs... precisamos amar a Verdade em todos os lugares... e aproveitar o dom de Deus que nos deu tantas formas poderosas de nos comunicar. As que existem... e vamos ficar atentos, as quer forem criadas por sua Graça.

Autor: Josemar Bessa
Leia Mais ►

terça-feira, 23 de maio de 2017

Pr. Marcos Granconato: João Calvino - História e Pensamento

Leia Mais ►

domingo, 14 de maio de 2017

Jesus presente no culto

“E eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos.”        
Mateus 28:20b
Há uma semana escrevi sobre a Reforma do culto. Afirmei que muitas igrejas precisam reformar vários aspectos dos seus cultos inclusive a reverência. Que os cultos dessas comunidades ditas “evangélicas” são, na sua grande maioria, centrados em homens e num materialismo absurdo, onde pensam apenas em bens, no aqui e agora, motivados por interesse e não por devoção. Também abordei a questão do sincretismo religioso, ou seja, utilizar elementos de outras religiões.
Hoje quero tratar da presença de Cristo por meio do Espírito Santo (Mt 18.19) no culto. O Espírito Santo representa e assume a ausência física de Cristo, assim pois Ele faz todas as coisas que Cristo fez pelos seus discípulos (Jo16:13-15). Por isso Cristo está agora em toda parte conosco.
“E eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos.” Mateus 28:20b
A igreja se reúne em nome de Cristo e é alimentada pelo próprio Pão da Vida que também dá a vida eterna. (Jo 6:51-58). Mas a igreja que recebe descanso em Cristo, com sua presença majestosa recebe a presença daquele que tem o poder para salvar.
Assim, a igreja não manipula a presença de Jesus dando ordens a Ele e exigindo Sua presença como se as ofertas e os dízimos fossem para pagar o “cachê” do Senhor, comparando-o a um profissional de entretenimento, um bajulador para alimentar o ego alheio, um gênio de uma lâmpada mágica que concede desejos, ou ainda vê-lo como se nós fossemos patrões e Ele, o Rei dos reis, fosse nosso escravo. A presença de Cristo é uma ação livre do próprio Cristo. Devemos compreender que a igreja deve implorar pela presença do Senhor.
Por isso a presença do nosso Senhor Jesus não é manipulada pelo ministro da palavra ou por qualquer outro que dirige ou que conduz o louvor em certo momento do culto. Até porque ninguém tem poder para tal prática. Mas algumas pessoas acham que tem esse poder e agem como se pudessem falar para o Senhor desta maneira arrogante:
– Agora pode entrar Jesus, é sua vez, você é obrigado a dar o que eu quero, já ofertei!
Não é assim. A presença de Jesus é maravilhosa, mas não uma ação realizada de forma mecânica. A presença de Jesus é oriunda de Sua maravilhosa graça.
Dessa forma, o culto da igreja é verdadeiro porque Jesus Cristo está presente, como Senhor soberano no meio dos que se reúnem em Seu nome. (J.J von Allmen, 2006). Mas é importante dizer que o fato de não controlarmos a presença de Jesus, não é o mesmo que afirmar que o Senhor não irá visitar Sua Igreja, como observa o Dr. von Allmen.
É importante enfatizar que a convicção da presença de Cristo no culto é produzida pela fé, assim como adoração cristã não é possível sem ela (fé). É pela fé que a igreja está segura da presença sublime do ressurreto nos cultos prestados a Ele próprio. Além disso, o cristão só põe sua fé na graça excelsade Jesus. E é mediante essa fé e no favor imerecido que oramos na certeza de que somos ouvidos, e é sabido que em toda história da igreja a oração era indispensável, não só para pessoalidade do cristão, mas no momento de reunião solene, ou seja, de culto litúrgico.
“III. A oração com ações de graças, sendo uma parte especial do culto religioso é por Deus exigida de todos os homens; e, para que seja aceita, deve ser feita em o nome do Filho, pelo auxílio do seu Espírito, segundo a sua vontade, e isto com inteligência, reverência, humildade, fervor, fé, amor e perseverança. Se for vocal, deve ser proferida em uma língua conhecida dos circunstantes.” Confissão de Fé de Westminster capítulo 21 do culto religioso e do domingo.
Por certo que o momento de culto é o encontro de Deus com o seu povo. O culto religioso deve ser prestado a Deus Pai, Filho e o Espírito Santo; não deve ser prestado nem aos anjos, nem aos santos, nem a qualquer outra criatura; deve ser prestado a Deus pela mediação de Cristo.
Dessa forma, Deus com sua glória nos livra da cegueira espiritual na qual nos encontramos e assim o culto cristão deve ser prestado a Trindade, Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso devemos com reverência, amor e humildade entoar louvores a Deus. Porque tudo foi dado ao Filho, as manifestações de amor, da graça e da vontade do Pai, tudo o que propusera desde a eternidade e tudo o que fora necessário de seu poder e bondade para trazer seus eleitos à glória eterna foram dados a Jesus Cristo, e é o Espírito Santo que nos revela tudo que é de Cristo e devem ser mostradas aos cristãos. Porque:
“...eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos.”                                 
Mateus 28:20b
Soli Deo Gloria

Por: Georgington de Souza Ribeiro
Revisão: Thalyta Priswa
Leia Mais ►

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Ministérios Fracassados (documentário)

Leia Mais ►

terça-feira, 9 de maio de 2017

De Jesus pode fazer piadas, né?

O deboche e o escárnio para com o cristianismo protagonizado por alguns comediantes ultrapassa o bom senso. Mediante piadas desrespeitosas, cujo conteúdo afrontam a fé de milhões cristãos, os protagonistas de algumas companhias de comédia, tem nos últimos tempos vilipendiado e ridicularizado a forma de pensar dos cristãos. 

Sem a menor sombra de dúvidas a forma com que os "inteligentinhos" tem plantão tem lidado com a fé alheia deixa indignado qualquer um.

Luiz Filipe Pondé com brilhantismo de sempres escreveu um texto para a Folha de São Paulo sobre estes "inteligentinhos" o qual reproduzo integralmente abaixo:
Vale a pena leitura:
Renato Vargens

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo
Tem muita gente com medo dos evangélicos. Acho que deve ser trauma de infância. Talvez essa gente tenha sofrido na escola bullying de algum evangélico mais forte ou de alguma evangélica mais bonita.

A tentativa de criar uma lei multando quem fizesse piada com ícones religiosos (leia-se Jesus) deixou os inteligentinhos com medinho.

O assunto é sério. Primeiro, deixo claro que sou contra essa lei. E mais: sou contra toda e qualquer forma de proibição sobre o humor. Mas aqui é que a coisa pega. Os inteligentinhos só defendem a liberdade de expressão no que interessa a eles. Por isso, quando reclamam contra essa lei absurda, soa “fake”. Vou explicar o porquê de soar “fake”.

Óbvio: a falha nos inteligentinhos não é intelectual, mas ética. Sócrates já nos ensinou que o problema do conhecimento é, antes de tudo, ético. Para ele, saber é descobrir a própria ignorância. Quanto mais sei, mas sei que nada sei. É a atitude ética que define o sujeito do conhecimento na maiêutica socrática. Mas voltemos a coisas mais mundanas.
Lembremos o que muitos inteligentinhos corretinhos falaram quando aconteceu a tragédia do jornal francês “Charlie Hebdo” em janeiro.

Na época, os bonitinhos disseram coisas como: os cartunistas não respeitaram “o outro”. Adoro excepcionalmente essa coisa do “outro”. Disseram também coisas como: só se pode fazer piadas com opressores. Ao longo dos anos fui percebendo que uma das maiores falhas de caráter hoje em dia, no que se refere ao debate público, é gente que sempre coloca essa coisa de “oprimidos x opressores” quando vai analisar o mundo. Gente séria não usa isso como argumento. Em 200 anos rirão desse argumento. Outros disseram que a função da mídia é proporcionar a vida harmoniosa entre as diferentes culturas.

Mas, se isso for a missão da mídia (eu não concordo, acho essa ideia uma forma de censura sem vergonha travestida de bom mocismo), então por que proibir piadas com Jesus estaria errado? Por que não se deve “provocar” os muçulmanos, mas pode-se “provocar” os cristãos?

Quer dizer que piadas com Jesus tá valendo, mas com o profeta não? Claro, o cristianismo é o “opressor” e blablablá. Eis a evidência máxima da incoerência de quem critica piadas com o islamismo, mas acha que tudo bem piadas com o cristianismo.
Minha hipótese é mais embaixo: bonitinhos são normalmente medrosos e, por isso, têm medo (com uma certa razão) do islamismo, porque essa moçada não vota no PSOL e não “cobra multa” para quem ofender o profeta.

Há mais um problema a ser analisado nesse assunto. Há anos, inclusive entre nós no Brasil, criou-se a moda de processar humoristas e proibir piadas com X e Y (não vou citar grupos porque a maré não está para peixe).

Os evangélicos apenas estão aprendendo a se mover no mundinho da censura travestida de “direitos” e “dignidades”. Perceberam que há uma tendência puritana no mundo e estão querendo pegar carona no papinho dos “direitos a dignidade”.

Quem é contra piadas com X e Y ou quem acha que devemos respeitar os ícones islâmicos não tem moral para se posicionar contra qualquer tentativa de proibir piadas com Jesus. Pelo contrário, deveria ser completamente a favor de qualquer lei que proíba piadas com Jesus.

Mas aqui surge a última questão: o fato é que os bonitinhos acham legal falar mal do cristianismo porque se movem por meio de argumentos do tipo “piadas só com os opressores”, e, com isso, garantem seu mercado particular de piadas, mas complica o mercado dos outros.

“Follow the money” sempre é uma boa ideia para descobrir motivações escondidas. Principalmente quando tratamos com gente que trabalha “contra a opressão”.
Preste atenção numa coisa: quando alguém disser que faz alguma coisa por alguma razão superior a dinheiro, saiba que ela faz o que faz, antes de tudo, por dinheiro. Mesmo que seja apenas para evitar que você ganhe dinheiro.

Acho uma lástima que a arte, a filosofia e as ciências humanas resolveram “construir um mundo melhor”. A hipocrisia, então, se oferece como virtude. Todos perdemos.

Autor: Renato Vargens; Luiz Felipe Pondé
Fonte: Blog Renato Vargens
Leia Mais ►

Os evangélicos e a pedofilia

A pedofilia é um dos mais graves problemas em nossa sociedade. Lamentavelmente, ao contrário do que gostaríamos, nossas igrejas estão repletas de relatos de crianças  e adolescentes  que sofreram ou sofrem com a pedofilia.

Infelizmente não são poucas as crianças que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e pervertida por parte dos seus pais e familiares.  Segundo dados do site de combate à pedofilia Censura, o país amarga o primeiro lugar no ranking de pornografia infantil. Fora da web, centenas de casos de abuso sexual infantil podem estar acontecendo onde menos se espera. E para quem pensava que a igreja nunca sofreria desse mal, se enganou.

Pois é, infelizmente não são poucos aqueles que sofrem abusos sexuais tendo suas vidas marcadas para sempre. Quantos por exemplo não vivem um "inferno" na alma em vista de um abuso sofrido? Quantos não carregam no peito a dor de terem sido vítimas de uma ataque pedófilo?
Isto posto, penso não dá para ficar calado diante um absurdo deste quilate.  Sem a menor sombra de dúvidas a Igreja de Cristo não pode pode se omitir diante de tamanho descalabro. Ao contrário de alguns, acredito  piamente que aqueles que acobertam os que  cometem atos de pedofilia pecam contra a Santidade de Deus, além é claro de consentir  de forma velada, com a dor daquele que foi violentado sexualmente. Ademais, na minha perspectiva, penso que a pedofilia é um dos crimes mais hediondos que alguém pode cometer e que aqueles que cometem essa aberração precisam ser presos e punidos com o rigor da lei. 
Pense nisso!

Autor: Renato Vargens

Leia Mais ►

07 características de um pregador fraco e despreparado

Ouvir determinados pregadores exige uma dose extra paciência. 

Lamentavelmente, do Oiapoque ao Chuí o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea.

Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.

Isto posto, sirvo-me deste post para elencar as 07 principais características de um pregador fraco e despreparado teologicamente:

1- Um pregador fraco e despreparado costuma interromper sua mensagem várias vezes mandando o público repetir frases descabidas, sem nexo, bem como desprovidas de inteligência. 

2- Um pregador fraco e despreparado repete alucinadamente o jargão "fale para o irmão que está ao seu lado..."

3- Um pregador fraco e despreparado interrompe o sermão continuamente mandando o povo profetizar bênçãos e vitórias.

4- Um pregador fraco e despreparado não prega a palavra, antes pelo contrário, promove entretenimento, levando o povo ao êxtase mediante piadas, casos e contos.

5- Um pregador fraco e despreparado só fala em dinheiro, em bênçãos financeiras e riquezas oriundas da confissão positiva.

6- Um pregador fraco e despreparado prefere Marx, Freud, às Escrituras Sagradas.

7- Um pregador fraco e despreparado é autoritário e maldizente, fazendo do púlpito plataforma de condenação, escravidão e opressão.

Caro leitor, se o seu pastor se encaixa nesse perfil, converse com ele, incentive-o a mudar, a pregar as Escrituras deixando de lado essa baboseira gospel. Agora, se ele, é daqueles que prefere o engano, deixe-o com seus pseudos ensinos e procure uma Igreja que pregue as Escrituras e que faça da Palavra de Deus sua única e exclusiva regra de fé!

Pense nisso! 

Autor: Renato Vargens
Leia Mais ►

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Reforma do Culto


“Louvai ao Senhor. Ó minha alma, louva ao Senhor.
Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu for vivo.”

Se você é uma pessoa que tem o hábito de observar a forma que as pessoas agem em alguns cultos de igrejas ditas “evangélicas”, você simplesmente já deve ter ficado assustado ou ficará. Os cultos destas igrejas são centrados em homens e em um materialismo absurdo. Não precisa sair da sua igreja e ir para tais comunidades eclesiásticas para ver que estas igrejas não estão tendo uma palavra genuinamente bíblica e muito menos seus cultos centrados em Cristo, basta passear pelos canais de televisão e você verá isso. É perceptível, para quem tem certo conhecimento das Sagradas Escrituras, que os líderes destas comunidades eclesiásticas estão praticando atos não bíblicos. 


Hoje é comum pessoas afirmarem que cada um cultua do seu jeito. Já ouvi muito isso e acredito que você, caro leitor, também. É na verdade um jeito novo de usar a expressão popular “cada macaco no seu galho”, ou seja, que cada pessoa deve preocupar-se apenas com aquilo que lhe diz respeito. O apóstolo Paulo nos instrui assim: “Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.” (1 Tessalonicenses 5:11). Entretanto, essa orientação de Paulo não tem sido colocada adequadamente em prática. Observei que alguns debates cristãos culminam em brigas e acusações mútuas, onde os participantes acusam-se de hipócrita e afirmam que o outro acredita que só o culto de sua igreja é teologicamente correto. Precisamos ter cuidado para que nossas mentes não estejam em nós mesmos. 

A maioria das igrejas evangélicas de hoje têm esquecido o propósito de sua existência. Algumas igrejas têm inserido em seus cultos elementos de outras religiões praticando, assim, o sincretismo religioso. David F. Wells afirmou: “temos vivido um paraíso de tolos” por tentarmos usar ferramentas seculares para termos solo próspero, entregando-nos ao pragmatismo, e o resultado disto é o abandono da teologia ortodoxa e da herança evangélica.

Devido ao problema de usar ferramentas seculares dentro das igrejas evangélicas, cabe a reflexão na frase do facebook que diz:

“Antes eu dizia: Procure a igreja mais próxima da sua casa. Hoje eu digo: Procure a igreja mais próxima da sua Bíblia.” (Autor desconhecido)

É muito triste ver o estado que algumas igrejas se encontram. O reverendo James Boice afirma que antigamente os crentes eram comumente conhecidos pela sua teologia. Hoje, entretanto, são definidos gradativamente por seu estilo. Dr. Boice chama atenção para o fato de que antigamente costumava-se procurar pastores que conheciam a Bíblia. Hoje os cristãos procuram por ministros com habilidade de gerenciamento de recreação.

Afinal, o que é o culto? culto é o ato de valorizar a Deus, atribuindo a verdadeira exaltação. A palavra “culto” deriva do Latim, cultu, e significa adoração ou homenagem a Deus. Etimologicamente, o termo latino cultu envolve a raiz colo, colere, que indica “honrar”, “cultivar”. Para isso precisamos de uma ortodoxia (opinião correta ou justa) e assim, ter a atitude de honrar a Deus no culto e expressar boas concepções sobre Ele, ou seja, glorificá-lO e valorizá-lO. 

O culto deve ser totalmente centralizado em Deus. Se assim não for, não estamos cultuando o Rei dos reis. No culto vivificamos a consciência da santidade do nosso Deus, alimentamos nossa alma, purificamos nossa imaginação, abrimos nosso coração e comprometemo-nos com a vontade e o propósito de Deus em nossas vidas.

Diante de todas as falhas cometidas pelas comunidades evangélicas abordadas no presente artigo é que vejo a necessidade de se reformar o culto em tais igrejas. E como fazemos isso? Invocando o nome do Senhor, pedindo em oração auxilio do próprio Deus Soberano, para que possamos adorar em espírito em verdade e tributarmos o culto que só a Ele é devido. 

Rogando ao Deus Triúno que tire de nós todas as ideias erradas a respeito dEle, diante do seu maravilhoso amor em Jesus Cristo, seu filho amado. Precisamos pedir que o Espírito Santo nos revele como agradar o Eterno para o louvor da sua glória. Que nossas confissões sejam carregadas de sinceridade e que possamos falar dos nossos pecados e sentir vergonha deles; ouvir a exposição da palavra magnífica, contida nas Sagradas Escrituras, de onde tiraremos nossa ortodoxia sobre os atributos maravilhosos de Deus, assim, glorificar ao Eterno do modo correto. 

Amém.
SOLI DEO GLORIA 

Autor: Georgington de Souza


Materiais usados: David Wells é professor de teologia sistemática e bíblica no Seminário Teológico Gordon- Conwell em Massachusetts.
Boice, James- O Evangelho da Graça- Editora Cultura Cristã- São Paulo- p.29
MULLER, Richard. Dictionary of Latin and Greek Theological Terms: Drawn Principally from the Protestant Scholastic Theology. Carlisle, United Kingdom: Paternoster Press, 1985, s. v. “cultus”.
http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=334
Wiliam Temple, The Hope of a New World, 30. citado por Donald P. Hustad Jubilate! Church Music in the Evangelical Tradition( Carol Stram, III.: Hope, 1981), 78.


Leia Mais ►
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...