sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Dias difíceis


VIVEMOS NUMA ÉPOCA em que querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.
Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.
Que as mulheres tenham corpos masculinizados, vistam-se como homens e assumam papéis masculinos; querem que os homens se tornem “frágeis” e delicados (com trejeitos afetados, melhor ainda) como se fossem mulheres.
Uma criança de apenas cinco ou seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes.
Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quiser fazer "mudança de sexo" ou (ainda que não assumidamente) um aborto.
Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade. Aliás, se algum doutor o tentar fazer, é crime.
Ser à favor da família e da religião é "ditadura", mas urinar em cima de crucifixos é "liberdade de expressão".
Se isso não for o fim dos tempos, deve ser o ensaio.
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• O texto acima circula nas redes sociais, ora com autoria atribuída ao Teólogo e Psicanalista Almir Favarin, ora ao padre Gabriel Vila Verde. Por fim, importam mais que a autoria, em muitos sentidos, as verdades que o texto contém.
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