Quem Somos

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O responsável pelo blog é pressuposicionalista, adepto e defensor da teologia calvinista. Reconhece a importância dos símbolos da Fé Reformada: a Confissão de Fé de Westminster, Catecismo de Heidelberg, Confissão Belga e Cânones de Dort, crendo que estes documentos expõem o ensino da Palavra de Deus, e que estão, por sua natureza, sujeitos a questionamentos; assim também, a Confissão De Fé Batista De Londres De 1689. Crê na total suficiência das SAGRADAS ESCRITURAS, e se submete a Elas, como única regra de Fé e prática; que as SAGRADAS ESCRITURAS são infalíveis, inerrantes, divinamente inspiradas. Crê no Credo dos Apóstolos, Credo Niceno, Credo de Atanásio, nas 5 Solas da Reforma, nos cinco pontos do Calvinismo. Cristo voltará "somente" uma vez.
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Mérito? Reivindicação? No trono da Graça? As únicas palavras legítimas são: Eu cometi o crime e foste punido. Eu cometi o pecado e tu sofreste a morte. Eu pequei e tu foste pendurado na cruz. Ah! A profundidade da Graça! Ah! Graça soberana que me alcançou! Ah! Medida infinita da misericórdia divina! O inocente foi acusado, o malfeitor absolvido. O homem merece todo o mal, e o Deus santo é que o sofre.
Ah! Cordeiro de Deus! Eu transbordando orgulho e tu humildade. Eu desobediente e tu se tornou obediente até a morte. Eu comi o fruto proibido e tu foste pendurado na cruz maldita. A cobiça e luxúria me levou ao fruto “agradável”, mas o perfeito amor e obediência o levou a tomar do cálice amargo. Eu provei a “doçura” do fruto, e tu o fel amargo.
Diante desse trono há espanto e admiração: Que graça, que bondade, que paciência, que compaixão, que misericórdia, que amor, que poder, que autoridade nos mostra o Deus Soberano e Todo-Poderoso! “Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Romanos 9:15-16).
O Trono da Graça nos ensina, não alguma dignidade em nós, mas que nenhum caso é muito difícil, nenhuma dificuldade muito grande, nenhum candidato importuno se humilhado, nenhum mendigo inoportuno, nenhum falido pobre demais, nenhum devedor que não possa ser perdoado. O coração amoroso do Salvador abraça todos aqueles que o Pai escolheu, que Ele redimiu com seu sangue, que o Espírito vivificou em Seu poder infinito. O Trono da Graça! Que multidão de miseráveis indignos o cercam! Todos precisando de um olhar, de uma palavra, de um toque de Sua mão! (Josemar Bessa)
“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”.
(Hebreus 4:16).
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O Revista Monergista 

No Revista Monergista você encontrará um conjunto de artigos e estudos de diversos autores (clássicos e contemporâneos), com variedade de assuntos. Postarei também alguns artigos de minha autoria. O Revista Monergista tem um currículo com profundidade bíblica, ênfase na compreensão do Evangelho e na vida piedosa, porque o seu compromisso é construir competência teológica, retidão de caráter e vida devocional firmada nas Escrituras, tendo em vista a proclamação do grande Evangelho de Cristo e a prática de uma vida santa que glorifique a Deus.

Nossa vida está entre extremos. Ou somos defensores do conhecimento doutrinário ortodoxo, intelectual (e poucos são), porém sem estar aliado à piedade, à prática Cristã, sem quebrantamento, sem humilhação (um evangelho que fica na cabeça e não desce ao coração), ou ficamos (como muitos) no extremo de deturpar grandemente a doutrina reformada, defensora da Soberania de Deus, a sã doutrina, a doutrina da graça de Deus, para aderir a um emocionalismo esquisito, sem fundamento bíblico, cheio de promessas de prosperidade e solução fácil para todos os problemas, onde a ênfase é no homem e não na glória de Deus. Estamos esquecidos do que os reformadores, iluminados pelo Espírito Santo, defendiam: SOLA SCRIPTURA, SOLA GRACIA, SOLA FIDE, SOLI DEO GLORIA, SOLUS CHRISTUS.

Procuramos, neste espaço, ficar o mais próximo possível da igreja em sua confissão. Buscando uma base sólida e estável, agregada a um sólido patrimônio doutrinário eclesiológico. Mas sabemos que a luta pela ecumenicidade doutrinária é tarefa da igreja e não de indivíduos ou organizações paraeclesiásticas. Não somos uma igreja. Não fazemos o que a Igreja faz e não queremos suplantá-la em sua ação sobre a mente e a vida de todos os envolvidos neste trabalho. Em outras palavras, vemos como de fundamental importância ter autoconsciência e rigor para estabelecermos os devidos limites ao trabalho paraeclesiástico.

Existimos pura e exclusivamente para servir à igreja de forma doutrinariamente subordinada, sempre alertas para os perigos inerentes aos zelosos grupos paraeclesiásticos, especialmente quando estes se envolvem com trabalho de pregação e serviços afins (ensino). Deus nos tem falado ao coração, aberto os nossos olhos para as necessidades da Sua Igreja. Como Igreja, passamos por dificuldades, desentendimento, indisciplina, falta de compromisso, orgulho, frieza, falta de arrependimento, carnalidade. Trememos ao ver as palavras de Cristo: “Conheço as tuas obras...” (Ap 3.5).¹

Temos sempre acusado os outros e não nos examinamos. Não avaliamos nossa vida à luz das Escrituras. Não choramos nossas faltas. Onde vamos chegar?

Fica esta pergunta para que cada um, individualmente, responda de forma honesta e corajosa, olhando primeiro para si e para a comunidade que faz parte.

Minha oração é para que aqueles que encontrarem aqui mais um espaço para seus estudos na Palavra, sejam edificados e fortalecidos no nosso Senhor Jesus Cristo.

Soli Deo Gloria!
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¹ Projeto Os Puritanos, adaptado.

Caso você queira fazer alguma reclamação, bem como alguma crítica ou sugestão, envie-nos um email para: revistamonergista@hotmail.com
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