Monergismo [?]

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MONERGISMO - O QUE É ISSO?

Monergismo simplesmente significa que é Deus quem faz com que os ouvidos ouçam e os olhos vejam. É Deus somente quem dá iluminação e entendimento de Sua palavra para que possamos crer; é Deus quem nos ressuscita dos mortos, que circuncida o coração; abre os ouvidos; é Deus somente quem pode nos dar um novo senso para que possamos, por fim, ter a capacidade moral de contemplar Sua beleza e excelência inigualável. O apóstolo João registrou Jesus dizendo a Nicodemus que nós naturalmente amamos as trevas, odiamos a luz e NÃO VAMOS para a luz (João 3:19,20). E visto que nossa dura resistência a Deus está assim fixada em nossas afeições, somente Deus, por Sua graça, pode amavelmente mudar, sobrepujar e desarmar nossa disposição rebelde. O homem natural, à parte da obra despertadora do Espírito Santo, não virá a Cristo por si mesmo, visto que ele está em inimizade com Deus e não pode entender as coisas espirituais. Lançar luz nos olhos cegos de um homem não o capacitará a ver, visto que, como todos sabemos, a vista requer novos olhos ou alguma restauração de sua faculdade visual. Da mesma forma, ler ou ouvir a palavra de Deus por si mesmo não pode produzir fé salvadora no leitor (ou ouvinte), a menos que o Espírito primeiro “germine” a semente da palavra no coração, por assim dizer, que então infalivelmente originará a nossa fé e união com Deus. Como Lídia, a quem “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia (Atos 16:14), Ele deve também dar ao Seu povo vida e entendimento espiritual se seus corações hão de ser abertos e assim se voltar (atender, responder) a Cristo em fé.

Definição

A definição do dicionário Century de monergismo pode ser útil:

Na teologia, [monergismo é] a doutrina de que o Espírito Santo é o único agente eficaz na regeneração [o novo nascimento] que a vontade humana não possui inclinação para a santidade até ser regenerada [nascida de novo] e, portanto, não pode cooperar na regeneração.

Etimologia

A palavra “monergismo” consiste de duas partes principais. O prefixo grego “mono” significa “um”, “único”, ou “sozinho”, enquanto o sufixo “ergon” significa “trabalhar”. Tomando juntos significa “o trabalho de um [indivíduo]”.

Então, para simplificar, monergismo é a doutrina de que o nosso novo nascimento (ou “despertamento”) é obra de Deus, o Espírito Santo somente, com nenhuma contribuição do homem, visto que o homem natural, de si mesmo, não tem nenhum desejo por Deus e não pode entender as coisas espirituais (1 Coríntios 2:14, Romanos 3:11,12; Romanos 8:7; João 3:19, 20). O homem permanece resistente a todos os chamados externos do evangelho até que o Espírito venha para nos desarmar, nos chamar internamente e implantar em nós novas e santas afeições por Deus. Nossa fé vem somente como o resultado imediato do Espírito operando em nós ao ouvir a proclamação da palavra. Mas assim como Deus não nos força a ver contra a nossa vontade quando Ele nós dá olhos físicos, assim também Deus não nos força a crer contra a nossa vontade quando nos dá olhos espirituais. Deus nos dá o dom da visão e nós desejosamente o exercitamos.

Aplicação

Monergismo tira toda a esperança de nós mesmos, revela nossa falência espiritual, aparte de Cristo, e assim nos leva a dar toda a glória a Deus pela nossa salvação. Enquanto pensarmos que contribuímos com algo, mesmo com algo muito pequeno (como boas intenções), então ainda pensaremos que Deus nos salva por algo bom que Ele vê em nós e não em nosso próximo. Mas este não é claramente o caso. Nós somos todos pecadores e não podemos nos vangloriar em nada diante de Deus, incluindo o desejo de ter fé em Cristo (Filipenses 1:29, Efésios 2:8, 2 Timóteo 2:25). Pois, por que nós temos fé e o nosso próximo não? Considere isto. Nós fizemos um uso melhor da graça de Deus do que ele o fez? Nós somos mais espertos? Mais sensíveis? Alguém ama naturalmente a Deus?

A resposta é “não” a todas as perguntas acima. É a graça de Deus que nos faz diferir do nosso próximo e é a graça de Deus que origina a nossa fé, não porque sejamos melhores ou tenhamos mais discernimento.

O fato é que quando o Espírito nos capacita para ver que falhamos em cumprir a santa lei de Deus, o homem se desesperará totalmente de si mesmo. Então, como C.H. Spurgeon disse:

“… o Espírito Santo vem e mostra ao pecador a cruz de Cristo, lhe dá olhos ungidos com colírio celestial, e diz, “Olhe para aquela cruz. Aquele Homem morreu para salvar pecadores; você sente que é um pecador; Ele morreu para te salvar”. E então o Espírito Santo capacita o coração para crer, e para vir a Cristo”.

Para concluir, “…ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! senão pelo Espírito Santo” (1 Coríntios 12:3). …que é o depósito que garante o que há de vir (2 Coríntios 5:5). Assim, deveria ser claro para nós que nem todos recebem esta benção redentora de Cristo. Deus a concede misericordiosamente a quem Ele quer, segundo o Seu soberano e bom propósito (Romanos 9:15-18; Efésios 1:4, 5). O resto continuará em sua rebelião deliberada, fazendo escolhas segundo os seus desejos naturais e assim recebendo a ira da justiça de Deus. Este é o porquê dela ser chamada “misericórdia” não leva em conta o que merecemos. Se Deus fosse obrigado a dá-la a todos os homens, então ela não mais seria misericórdia por definição. Isto não deveria nos surpreender…o que deveria nos surpreender é o amor maravilhoso de Deus, ou seja, que Ele salve um pecador como eu.

Abaixo, alguns Cristãos na história da Igreja que defenderam a doutrina bíblica do monergismo:

Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, Martinho Lutero (que considerava esta doutrina o coração da Reforma), João Calvino, John Knox, John Owen, os Puritanos do século XVII, John Bunyan, Agostinho, George Whitefield, John Gill, Arthur W. Pink e alguns pastores e teólogos contemporâneos tais como Martyn Lloyd-Jones, John Piper, Wayne Grudem, R.C. Sproul, Michael Horton, J.I. Packer, James Montgomery Boice, Johyn MacArthur, etc.

O oposto: Sinergismo

Sinergismo: "...a doutrina de que há dois agentes eficazes na regeneração, a saber, a vontade humana e o Espírito divino, os quais, no sentido estrito do termo, cooperam. Esta teoria conseqüentemente sustenta que a alma não perdeu na queda toda inclinação para a santidade, nem todo o poder de buscá-la sob a influência de motivos ordinários". Esta visão anti-escriturística é a maior ameaça ao verdadeiro entendimento da salvação na Igreja hoje.

O quadro abaixo destaca alguns dos maiores pontes de diferença nestes sistemas:

Sinergismo
Monergismo
Causa da Regeneração
A fé é a causa da regeneração.A regeneração é a causa da fé.
A fé e as afeições por Deus são produzidas pela velha natureza.
A fé não é produzida por nossa natureza humana não regenerada. Ela é o produto imediato e inevitável da nova natureza.
Deus e o homem trabalham juntos para produzir o novo nascimento. A graça de Deus nos leva até uma parte do caminho da salvação, a vontade não regenerada do homem deverá determinar o resultado final.
Deus, o Espírito Santo, sozinho produz a regeneração, sem nenhuma contribuição do pecador. (Uma obra de Deus)
Deus está esperando avidamente pela vontade do pecador.
Deus eficazmente capacita a vontade do pecador.
As pessoas da Trindade têm objetivos conflitantes na realização e aplicação da redenção: O Pai elege uma pessoa em particular; o Filho morre pelas pessoas em geral e o Espírito Santo aplica a expiação condicionalmente naqueles que exercem o seu livre-arbítrio autônomo.
As pessoas da Trindade trabalham em harmonia - O Pai elege uma pessoa em particular, Cristo morre por aqueles que o Pai Lhe deu e o Espírito Santo semelhantemente aplica os benefícios da expiação aos mesmos.
A restauração das faculdades espirituais vem após o pecador exercer fé com suas capacidades naturais (inatas). Ele tem a capacidade para ver a verdade espiritual mesmo antes de ser curado (veja 1 Coríntios 2:14). Tem a capacidade espiritual para receber a verdade, antes de uma concessão de Deus de qualquer capacidade espiritual.
A "luz" em si mesma não é suficiente para que um cego veja, sua visão deve primeiro ser restaurada. (João 3:3,6). Necessariamente a capacidade espiritual para receber a verdade antecede ao recebê-la.
Visão da Humanidade
O pecador caído tem a capacidade e a inclinação potencial para crer mesmo antes do novo nascimento.
O pecador caído não tem a capacidade e a inclinação para crer antes do novo nascimento.
Há um bem remanescente no homem caído suficiente para voltar suas afeições para Cristo.
O homem caído tem uma mente em inimizade com Deus; ama as trevas, odeia a luz e não tem o Espírito Santo. "Não há quem busque a Deus" (Romanos 3:11); o pecador nunca se voltará para Deus sem uma divina capacitação e sem novas afeições infundidas nele.
O pecador necessita de ajuda, é espiritualmente limitado.
O pecador espiritualmente morto necessita de uma nova natureza (mente, coração, vontade), regeneração.
O homem natural está doente e incapacitado como um homem se afogando, de forma que Deus seria insensível se não o ajudasse arremessando uma corda.
O homem natural é espiritualmente impotente e moralmente culpado tanto pelo pecado original como pelos seus próprios pecados cometidos. Nossa inabilidade não é como a de um obstáculo físico ou a de um homem se afogando, porque dessa forma não seríamos culpados, mas, antes, é como a de um homem que não pode reembolsar um gasto financeiro, uma dívida. A incapacidade de reembolsar, portanto, não nos isenta da responsabilidade moral de assim fazer.
Necessita de salvação por causa das conseqüências do pecado - infelicidade, inferno, sofrimento psicológico.
Necessita de salvação para remover a ofensa que temos feito contra um Deus santo e nos livrar do poder e da escravidão ao pecado.
O homem natural é soberano sobre sua escolha para aceitar ou rejeitar Cristo - Deus condicionalmente responde à nossa decisão.
O homem natural não pode contribuir com nada para sua salvação. A fé é uma reação certa produzida pela obra eficaz do Espírito Santo. Nós respondemos à decisão incondicional de Deus (Atos 13:48).
Alguns homens caídos tanto criam um pensamento reto, geram uma afeição correta como também originam uma volição certa que levam a sua salvação, enquanto outros homens caídos não têm os recursos naturais necessários para chegar à fé que Deus requer deles para obterem a salvação. Portanto, a salvação é dependente de algumas virtudes ou capacidades que Deus vê em certos homens.
Nenhum homem caído criará um pensamento reto, gerará uma afeição correta ou originará uma volição certa que o levará à sua salvação. Nunca poderemos crer, a menos que o Espírito Santo venha e desarme nossa hostilidade a Deus. Portanto, a salvação é dependente do beneplácito de Deus somente (Efésios 1:4,5,11), não de algo que Ele veja em nós.
A natureza e afeições do homem não determinam ou causam suas escolhas. Ele ainda pode fazer uma decisão salvadora antes do novo nascimento, embora ainda esteja em seu estado não regenerado. Neste esquema Deus dá graça suficiente para colocar o homem numa posição neutra que pode pender tanto para ou contra Jesus. (Um ato de sorte?)
A natureza do homem determina seus desejos/afeições e causa as escolhas que ele faz. "Nenhuma árvore boa dá frutos ruim, nenhuma árvore ruim dá fruto bom" (Lucas 6:43). Somente Cristo pode "fazer uma árvore boa e seus frutos serem bons" (Veja também 8:34 , 42-44; 2 Pedro 2:19).
Visão do Evangelho
O Evangelho é um convite.
O Evangelho não é meramente um convite, mas uma ordem (1 João 3:23).
Cristo morreu por todos os pecados, exceto a incredulidade.
Cristo morreu por todos os pecados, incluindo a incredulidade.
Os pecadores têm a chave em suas mãos. A vontade do homem determina se a morte de Cristo será ou não eficaz.
Deus tem a chave em Suas mãos. O conselho eterno de Deus determina a quem os benefícios da expiação serão aplicados.
Seria injustiça de Deus não dar a cada um uma chance igual.
Se Deus exercesse Sua justiça, então, nenhum de nós permaneceria, visto que cada um de nós tem se rebelado contra um Deus infinitamente santo. Ele não nos deve nada e não está sob obrigação de salvar ninguém. Regeneração é, portanto, um ato de misericórdia pura e imerecida, porque a justiça que merecíamos, Ele derramou sobre Seu Filho (através disso a Sua ira se apartou de nós).
Depois de Deus transformar o coração de pedra de alguém num coração de carne, o chamado do Espírito Santo à salvação ainda pode ser resistida.
Depois de Deus transformar o coração de pedra de alguém num coração de carne, nenhuma pessoa desejará resistir. Por definição nossos desejos, inclinações e afeições terão mudado de forma que desejosa e alegremente nos voltaremos em fé para com Cristo.
Salvação é dada aos pecadores caídos (não regenerados) que escolhem e desejam a Cristo por seu próprio livre-arbítrio.
Aparte da graça, não há pecador caído (não regenerado) que satisfaça esta descrição. Um desejo por Deus não faz parte da velha natureza.
A graça de Deus é conferida como um resultado da oração humana.
É a própria graça que nos faz orar a Deus (Romanos 10:20; Isaías 65:1).
Deus tem misericórdia de nós quando cremos, queremos, desejamos, aspiramos, labutamos, oramos, esperamos, estudamos, buscamos, pedimos ou batemos, aparte de sua graça regenerativa.

Desejar e buscara Deus antes do novo nascimento é uma suposição impossível (Romanos 3:11; 1 Coríntios 2:14). É pela infusão e vivificação do Espírito Santo dentro de nós que temos até a fé ou força de querer, desejar, aspirar, labutar, orar, esperar, estudar, buscar, pedir ou bater e crer na obra consumada de Cristo.
A ordem de arrepender e crer no evangelho implica na capacidade do pecador de assim o fazer.
A ordem para que os pecadores se arrependam e creiam não implica capacidade. A intenção divina é revelar nossa impotência moral parte da graça (Romanos 3:20; 5:20; Gálatas 3:19,24). A Lei não foi designada para nos conferir qualquer poder, mas para nos esvaziar do nosso próprio.
Deus ajuda aqueles que se ajudam.
Deus ajuda somente aqueles que não podem se ajudar. (João 9:41).
O homem não regenerado contribui com sua pequena parte.
Nada trago em minhas mãos, simplesmente a Tua cruz me apego.
Arrependimento é considerado uma obra do homem.
Arrependimento é um dom de Deus. (2 Timóteo 2:25)
Um dos maiores dons que Deus dá aos homens é nunca interferir no seu livre-arbítrio.
O maior julgamento que Deus pode infligir sobre um homem é deixá-lo nas mãos de seu próprio livre-arbítrio. Se a salvação fosse deixada nas mãos de pecadores não regenerados, deveras deveríamos nos desesperar e perder toda a esperança de que alguém fosse salvo. É um ato de misericórdia, portanto, que Deus desperte à vida o morto em pecado, visto que sem o Espírito não podemos entender as coisas de Deus. (1 Coríntios 2:14 )
Com a vontade do homem a salvação é possível.
Com a vontade do homem a salvação é impossível, mas com Deus todas as coisas são possíveis (Mateus 19:26; Romanos 9:16; João 6:64,65). "O que é nascido da carne é carne, mas o que é nascido do Espírito é espírito" (João 3:6).

Nota: Deus age de forma unilateral, tomando a iniciativa única num livre ato de graça soberana para com o pecador - graça que é inteiramente anterior a, e eficazmente produz, a fé justificadora. A resposta de fé do pecador é penúltima visto que ela permanece próxima à graça soberana final de Deus no monergismo. Como o primeiro ato de um bebê recém-nascido é respirar assim, o ato de fé é o primeiro ato do pecado regenerado, em seu novo nascimento em Cristo.

“Todo o que o Pai me dá virá a mim...” (João 6:37)

A verdade da palavra de Deus é honrada não em se sustentar unicamente uma verdade à custa da exclusão de outra verdade, mas em se crer em todo o conselho de Deus. A Bíblia claramente ensina que o homem é responsável por se arrepender e crer no evangelho, assim como ela é claramente clara que ele é moralmente indisposto e incapaz de assim o fazer. Estas duas declarações aparentemente contraditórias podem ser reconciliadas quando entendemos que até mesmo o desejo pela fé, pela qual cremos no Cristo que justifica pecadores, pertence a nós, não por natureza mas por um dom da graça, isto é, pela inspiração do Espírito Santo subjugando nossa vontade e voltando-a da incredulidade para a fé e da impiedade para a piedade. O Apóstolo Paulo diz, “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Filipenses 1:6). E novamente, “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8).

Além do mais, alguns ensinam que Deus tem misericórdia de nós quando, aparte da Sua graça regeneradora, nós cremos, queremos e desejamos; mas estes não confessam que é pela obra e inspiração do Espírito Santo dentro de nós que temos a fé, a vontade ou o desejo de fazer todas estas coisas. Se fazemos a assistência da graça depender da nossa humildade ou obediência, mas não concordamos que seja um dom da própria graça que sejamos obedientes e humildes, então contradizemos a Escritura que diz, “Que tens tu que não tenhas recebido?” e “Mas pela graça de Deus sou o que sou” (1 Coríntios 15:10).

O quadro abaixo mostra que a Bíblia ensina claramente tanto a responsabilidade do homem de crer no evangelho como a sua inabilidade de assim o fazer. A terceira coluna nos ajuda a entender como aqueles sobre quem Deus coloca a Sua afeição virão infalivelmente à fé, a despeito desta inabilidade e, principalmente, como isto dá toda a glória a Deus na obra da salvação:

(Este gráfico é ligeiramente baseado num gráfico de Lamar McKinney)

A Responsabilidade do Homem
A Incapacidade do Homem
Graça Monergística de Deus
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Mateus 11:28
Ninguém pode vir a mim...
João 6:44a
... se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o 
ressuscitarei no último dia.
João 6:44b 
...para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz...
João 3:20,21
Mas quem pratica a verdade 
vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus. João 3:21
Nota: há, realmente, aqueles que vêm para a luz — a saber, aqueles cuja sobras são a obra de Deus. “Feitas em Deus” significa operada por Deus. 
Aparte desta obra graciosa de Deus todos os homens 
odeiam a luz de Deus e não virão a Ele para que as suas obras más não sejam expostas.
Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
Isaías 55:6
Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus.
Romanos 3:11
...Fui achado pelos que não me buscavam, Fui manifestado aos que por mim não perguntavam.
Romanos 10:20b
E o seu mandamento é 
este: que creiamos no 
nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.
1 João 3:23
Porquanto a inclinação da 
carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, 
nem, em verdade, o pode ser. Rm 8:7
Quem é de Deus escuta as palavras de Deus;
por isso vós não as
escutais, porque não sois de Deus.
João 8:4
E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que
chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes
também glorificou. João 8:30
E os gentios, ouvindo isto, 
alegraram-se, e glorificavam 
a palavra do Senhor; e creram
todos quantos estavam 
ordenados para a vida eterna.
Atos 13:48
Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os 
homens, e em todo o lugar, que se arrependam;
Atos 17:30
O Espírito de verdade,que o mundo não pode receber, porque
não o vê nem o 
conhece; mas vós o 
conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
João 14:17
Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura 
Deus lhes dará arrependimento 
para conhecerem a verdade.
2 Timóteo 2:25
E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça 
da água da vida.
Apocalipse 22:17
Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece.
Romanos 9:16
O teu povo será mui  voluntário
no dia do teu poder; nos 
ornamentos de santidade, desde a madre da alva, tu tens o 
orvalho da tua mocidade.
Salmo 110:3
Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro.
Isaías 45:22
...aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
João 3:3
...O Deus de nossos pais de antemão te designou para que conheças a sua 
vontade, e vejas aquele Justo e ouças a voz da sua boca.
Atos 22:14
Mas, a todos quantos o 
receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome.
João 1:12
Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe
Parecem loucura;
e não pode entendê-las,
porque elas se discernem espiritualmente.
1 Coríntios 2:1
Mas, a todos quantos
o receberam...Os quais não 
nasceram do sangue, nem 
da vontade da carne,
nem da vontade do homem,
mas de Deus.
João 1:12-13
...Se com a tua boca 
confessares ao Senhor 
Jesus, e em teu coração 
creres que Deus o 
ressuscitou dentre os 
mortos, serás salvo.
Romanos 10:9
...ninguém pode dizer que Jesus é o SENHOR...
1 Coríntios 12:3b
...senão pelo Espírito Santo.
1 Coríntios 12:3b
... fazei-vos um coração 
novo e um espírito novo;pois, por
que razão morreríeis,
ó casa de Israel?
Ezequiel 18:31
Enganoso é o coração,
mais do que todas as
coisas, e perverso;
quem o conhecerá?
Jeremias 17:9
E dar-vos-ei um coração 
novo, e porei dentro 
de vós um espírito 
novo; e tirarei da vossa 
carne o coração de pedra,
e vos darei um 
coração de carne.
Ezequiel 36:26
Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito,
vai, vende tudo o
que tens e dá-o aos pobres,
e terás um tesouro no céu;e vem, e segue-me.
Mateus 19:21
Disse então Jesus
aos seus discípulos: Em
verdade vos digo
que é difícil entrar
um rico no reino dos céus.
Mateus 19:23
Os seus discípulos, ouvindo 
isto, admiraram-se muito, 
dizendo: Quem poderá pois 
salvar-se? E Jesus, olhando
para eles, disse-lhes: Aos 
homens é isso impossível, 
mas a Deus tudo é possível.
Mateus 19:25-26
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[ Mais conteúdo: Texto: Monergismo ]
Por John Hendryx
Fonte: Monergismo
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